Observatório – Análises

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Por que algumas mulheres não fazem o exame preventivo de colo de útero?

O câncer de colo de útero entre as brasileiras é a quarta causa de morte por câncer e a segunda neoplasia mais incidente, superada somente pelos tumores da mama. Segundo o INCA, o número de mortes por câncer de colo do útero em 2010 foi de 4.986 mulheres e, em termos globais, para o ano de 2015 são esperados 320.000 novos casos, que deverão aumentar para 435.000 em 2030. Aquelas com baixa escolaridade, são as mais vulneráveis, pois enfrentam barreiras de acesso à rede de serviços de saúde e dificuldades na detecção (rastreamento) e tratamento. Esse perfil de adoecimento é similar a de outros países, e engloba determinantes sociais mais distais da saúde, tais como dificuldades econômicas e geográficas.

12/12/13 - 12:12 | [Leia Mais] | 2 Comentários »

É notável a redução da mortalidade em crianças menores de 5 anos nos últimos 15 anos no Brasil. Imagem: Fotolia

Transferência condicional de renda e mortalidade em menores de cinco anos

Indicadores de nosso Observatório mostram que a mortalidade proporcional por doenças diarreicas agudas em menores de 5 anos de idade passou de 22% no ano de 2001 para 8% em 2009. Além disso, ocorreu uma redução de aproximadamente 40% na mortalidade proporcional por infecções respiratórias agudas em menores de 5 anos entre os anos de 2001 e 2009. Pesquisadores analisaram qual possível efeito da transferência condicional de renda do PBF sobre a mortalidade de crianças menores de 5 anos por essas causas associadas à pobreza.

26/09/13 - 10:09 | [Leia Mais] |

High speed blurred car

É possível optarmos por um transporte saudável?

A escolha por um transporte saudável traz benefícios para a saúde e ainda, reduz os acidentes fatais no trânsito, aumenta o contato social e diminui a poluição sonora e do ar. No entanto, pouco ainda é feito para garantir um sistema de transporte seguro e saudável no Brasil, que considere a equidade em nível populacional, a viabilidade financeira, confiabilidade e eficiência, um baixo impacto para o ambiente físico e com segurança. É necessário que sejam feitos investimentos em transporte sustentável em áreas urbanas em crescimento.

15/08/13 - 11:08 | [Leia Mais] |

No Brasil, 188,8 toneladas/dia de resíduos sólidos são coletados em 99,96% dos municípios que executam esse serviço/ Imagem: Fotolia

Aspectos sociais relacionados à coleta e à reciclagem do lixo no Brasil

Em 2010, a produção média de lixo por habitante no Brasil foi de 1,1 kg/dia (Abrelpe), incluindo os resíduos sólidos urbanos (RSU), considerados os resíduos domiciliares e de limpeza urbana. O país coleta 188,8 toneladas/dia de resíduos sólidos em 99,96% dos municípios que executam esse serviço. A degradação social em que vivem as pessoas, adultos e crianças, que sobrevivem da separação e comercialização dos materiais recicláveis presentes no lixo urbano é um grave problema social. É um trabalho que muitas vezes envolve toda a família, e deixa de fora da escola crianças e adolescentes.

01/08/13 - 12:08 | [Leia Mais] |

Apesar da tendência de aumento da esperança de vida ao nascer entre 2000 e 2009, ainda existe desigualdades importantes entre as regiões (Imagem: Stockphotos)

Expectativa de vida ao nascer no Nordeste

A redução da mortalidade infantil está principalmente ligada à contribuição de programas nacionais de atenção à saúde materno-infantil dirigidos à atenção pré-natal, ao parto e ao puerpério, à vacinação e ao aleitamento materno. O histórico de poucos investimentos deixou o Nordeste alguns passos atrás das outras regiões, persistindo as diferenças até os dias atuais

24/07/13 - 15:07 | [Leia Mais] |

Em relação às macrorregiões, em todos os anos analisados (2006 a 2010) a maior prevalência de hipertensão foi encontrada no grupo de menor escolaridade (0 a 8 anos) da região Sudeste/ Imagem: Fotolia

Hipertensão arterial: o que influencia a utilização de consultas médicas em ambiente urbano e rural?

O indicador de morbidade do nosso Observatório, sobre a taxa de prevalência da hipertensão arterial na população de 18 anos e mais segundo região e escolaridade, mostra que a prevalência da hipertensão apresentou pouca alteração no Brasil entre 2006 (21,5%) e 2010 (23,3%). Dados deste indicador oriundos do inquérito VIGITEL porém, apontam que houve variação da prevalência em função da escolaridade em todos os anos estudados. O grupo de 12 ou mais anos de estudo apresentou uma prevalência aproximadamente 90% menor do que o grupo de 0 à 8 anos de escolaridade.

10/07/13 - 10:07 | [Leia Mais] | 2 Comentários »

Escassez de água no semiárido nordestino tem histórico de promessas políticas não cumpridas (Imagem: Cáritas NE)

Desigualdades relacionadas à distribuição de água no NE

A causa da escassez na região reside na baixa pluviosidade, na irregularidade das chuvas e na estrutura geológica que não permite acumular água no subsolo de maneira satisfatória. Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, região apresentou um crescimento discreto nos domicílios atendidos, mas a distribuição e a oferta de água tratada ainda são obstáculos.

23/05/13 - 10:05 | [Leia Mais] | 2 Comentários »