Observatório – Análises

Legenda: Índice de envelhecimento da população, por ano (Brasil). / Gráfico do Indicador 010104 do Observatório sobre Iniquidades em Saúde.

Demandas, vulnerabilidades e características de um país que envelhece

O Brasil vive uma nova realidade: vem deixando de ser uma nação jovem em decorrência das mudanças em suas características demográficas. Desafio é compreender as necessidades que esta transição pode trazer. É necessário estruturar políticas públicas que atendam as demandas geradas e ampliar a oferta e o acesso aos serviços de saúde, que estão interconectados à redução das iniquidades sociais da saúde.

25/10/12 - 11:10 | [Leia Mais] | 2 Comentários »

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Estudo revela tendência a melhor equidade horizontal na utilização de serviços de saúde no Brasil no período de 1998 a 2008

Com base na análise dos resultados dos Suplementos Saúde da PNAD de 1998, 2003 e 2008 os autores James Macinko e Maria Fernanda Lima-Costa observam uma melhoria na equidade horizontal de acesso aos serviços de saúde no Brasil, a qual se baseia no princípio de que as pessoas com as mesmas necessidades de saúde devem ter acesso semelhante aos serviços de saúde.

18/10/12 - 10:10 | [Leia Mais] |

Relatório “Estado das cidades da América Latina e do Caribe 2012” da ONU-Habitat

A violência como expressão da falta de coesão social: o que o relatório da ONU-Habitat revela sobre esse reflexo da desigualdade social?

Países mais desiguais apresentam menores índices de coesão e confiança social, o que afeta negativamente os indicadores de saúde e se reflete em violência. Relatório “Estado das cidades da América Latina e do Caribe 2012”, da ONU-Habitat, mostra que Brasil registrou um avanço considerável nos últimos anos, tornando-se quarto país mais desigual da América Latina, posição ainda longe do ideal.

11/10/12 - 10:10 | [Leia Mais] |

Deslizamentos destruíram diversas cidades da região serrana do RJ/ Imagem: Agência Brasil-Valter Campanato

O círculo vicioso da iniquidade: escassez de políticas públicas, fatores ambientais e econômicos e falta de infraestrutura favorecendo riscos

Habitantes de países pobres são os que mais sofrem com as catástrofes naturais. Falta de políticas públicas que permitam o acesso à rede de esgoto e moradias adequadas aumentam os riscos e agravam as condições insalubres as quais estas populações são submetidas. Tragédias ocorridas nos últimos anos reforçam a necessidade do planejamento urbano.

30/08/12 - 00:08 | [Leia Mais] |

Consumo de frutas, legumes e verduras:uma prioridade em saúde pública em vários países/ Foto: Portal FNDE

O que determina o consumo de frutas, verduras e legumes dos brasileiros?

Consumo de frutas, verduras e legumes no Brasil está aquém do recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) que define como ideal ingestão de 400 g/dia de frutas e verduras. Dados do IBGE relacionando as três últimas décadas mostram que não houve mudança significativa no consumo destes alimentos pelos brasileiros. Circunstâncias sociais, culturais e econômicas influenciam nos hábitos alimentares da população.

23/08/12 - 00:08 | [Leia Mais] |

Atividades físicas: arma contra a vida sedentária/ Imagem: www.saude.gov.br

O brasileiro é fisicamente inativo?

OMS recomenda a prática de pelo menos 30 minutos de atividade física leve e moderada por dia, como quantidade suficiente para a manutenção da saúde. Segundo dados da PNAD, analisados por pesquisadores, poucos brasileiros na faixa igual ou maior a 14 anos cumpre recomendações para atividades físicas e de lazer. Região Nordeste apresentou maior prevalência da inatividade física 16,2%, já a região Sul 12,6%. Dados da VIGITEL 2010 mostraram que número de homens inativos superou o de mulheres.

30/07/12 - 11:07 | [Leia Mais] |

Mudanças na dieta: eficazes para controle de peso e doenças como diabetes/ Imagem: www.saude.gov.br

O excesso de peso é determinado por condições socioambientais ou é uma questão de estilo de vida?

Dados da pesquisa VIGITEL apontam crescente na população com excesso de peso. Números mostram evolução na proporção dos indivíduos com 18 anos ou mais acima do peso: de 42,7% em 2006 para 48,1% em 2010. Dados indicam que camadas com menor escolaridade sofrem mais com o problema. Desafio é a transformação dos ambientes sociais em facilitadores para adoção e manutenção de escolhas saudáveis.

23/07/12 - 16:07 | [Leia Mais] |