Notícias sobre Determinantes Sociais da Saúde

Fiocruz constrói novo centro hospitalar e investe em ensaios clínicos com OMS

A Fundação iniciou a construção, no Rio de Janeiro, do Centro Hospitalar para a Pandemia de Covid-19 – Instituto Nacional de Infectologia, que auxiliará os governos estadual e municipal no […]

27/03/20 - 13:03 | [Leia Mais] |

tuberculose

Estudo inédito analisa as causas de óbito no sistema penitenciário do RJ

Um estudo inédito, realizado pelo Grupo de Pesquisa em “Saúde nas Prisões” da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Fiocruz, e coordenado por Alexandra Sánchez, por meio de cooperação técnica com o Ministério Público/RJ, analisou as causas de óbito no Sistema Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro (2016-2017). Os resultados apontam que as doenças infecciosas foram responsáveis por 30% das mortes na população carcerária, seguidas pelas doenças do aparelho circulatório (22%), causas externas (12%) e as doenças do aparelho respiratório (10%). Dentre as infecciosas, destacam-se HIV/Aids (43%), tuberculose (40,7%) e septicemias (13%).

Por Ensp/Fiocruz | 27/03/20 - 11:03 | [Leia Mais] |

Policast: pesquisador fala sobre desafios das populações indígenas contra a Covid-19

O podcast da Escola Politécnica de Saúde (EPSJV/Fiocruz) conversou com o médico e pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) e do Grupo de Trabalho em Saúde Indígena da […]

23/03/20 - 14:03 | [Leia Mais] |

paulobuss

Agenda 2030 requer harmonização entre saúde, política e economia

Conversamos com Paulo Marchiori Buss, Professor Emérito e diretor do Centro de Relações Internacionais da Fiocruz, sobre sua tese de doutorado baseada na Agenda 2030, com foco na área de políticas públicas de saúde. O programa é um plano de ação criado pela ONU que busca o cumprimento de 17 objetivos, chamados de ODS, e traça 169 metas para alcançar o desenvolvimento sustentável e sua implementação na América Latina. Para Paulo Marchiori, a saúde é a expressão de um fenômeno biológico, individual, mas também do social, econômico e ambiental, o que é demonstrado na própria Agenda 2030, cujo documento inicial da Rio+20, quando se inicia oficialmente o processo de definição da Agenda, diz que a saúde é necessária para o desenvolvimento, ao passo que se deve considerar as repercussões e consequências das políticas econômicas. “O estudo que eu fiz mostra que o ajuste estrutural e econômico, que corta e reduz orçamento para políticas sociais, colocando nas mãos do mercado a saúde e a educação, não funciona, ou melhor, funciona ampliando as desigualdades existentes”, diz Marchiori. A Agenda 2030 reafirma a importância dos três pilares do desenvolvimento e a harmonia precisa entre ação econômica, políticas sociais e meio ambiente, pilares fundamentais para a saúde humana e animal. Marchiori comenta que “o mundo todo está interconectado e se têm certeza e evidências de que a atividade econômica desmedida é trazedora de consequências para a saúde. E assim, a doença, negativo da saúde, responde com o surgimento desses novos vírus”.

Por Jornal da USP | 11/03/20 - 14:03 | [Leia Mais] |

Sem título

Aula inaugural debate o papel da ciência no enfrentamento das desigualdades sociais

É possível avançar numa agenda nacional de desenvolvimento, fortemente ancorada em ciência, num contexto de cortes financeiros, interrupção de pesquisas, queda do número de bolsas de pesquisa e saída de cientistas para o exterior? Quais devem ser as estratégias para enfrentar e reduzir as desigualdades e iniquidades sociais em saúde? Pensando em reforçar o papel da ciência como fator importante na busca de um mundo mais equitativo e no compromisso para alcançar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, da ONU, a ENSP realizará, no dia 4 de março, às 13h30, a aula inaugural “Os desafios atuais da ciência brasileira no enfrentamento das desigualdades e iniquidades sociais”. O evento, aberto ao público, terá transmissão, ao vivo, pelo Canal da ENSP no Youtube.
A aula discutirá a relação entre ciência e sociedade, e seu papel no enfrentamento de problemas, tais como: pobreza, preconceito, degradação ambiental, precariedade das condições de saúde pública, abastecimento de água, dentre outros. Para enriquecer o debate, a ENSP receberá os palestrantes Deisy de Freitas Lima Ventura, professora de Ética da Faculdade de Saúde Pública, da Universidade de São Paulo (USP); Paulo de Martino Jannuzzi, professor do Programa de Pós-Graduação em População, Território e Estatísticas Públicas, da Escola Nacional de Ciências Estatísticas – Ence/IBGE; e Humberto Adami Santos Júnior, presidente da Comissão Nacional da Verdade da Escravidão Negra do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil.

Por Informe ENSP | 03/03/20 - 12:03 | [Leia Mais] |

Capturar

Para prevenir violência no Brasil, estudo recomenda investir em jovens e reduzir acesso a armas

Os autores do diagnóstico, Robert Muggah e Ana Paula Pellegrino, alertam que, para reduzir a violência, é necessário ampliar as oportunidades para pessoas jovens por meio de investimentos em educação e empregabilidade equitativos e capazes de desafiar estereótipos de identidade e raça. O foco deve ser dado às regiões menos assistidas pelas políticas públicas. Além disso, é recomendada a redução do acesso às armas de fogo. O levantamento aponta que os negros têm 2,5 vezes mais chances de serem vítimas de assassinato do que os não negros. Entre 2006 e 2016, os homicídios entre negros subiu 23,1%, enquanto entre os não negros houve queda de 6,8%. Os jovens negros são também as principais vítimas de violência policial. O levantamento aponta que os negros têm 2,5 vezes mais chances de serem vítimas de assassinato do que os não negros. Entre 2006 e 2016, os homicídios entre negros subiu 23,1%, enquanto entre os não negros houve queda de 6,8%. Os jovens negros são também as principais vítimas de violência policial. Além da desigualdade racial, a desigualdade territorial e socioeconômica também é lembrada no estudo, uma vez que os indicadores mostram que a exposição à violência é maior em áreas sem serviços públicos, com presença de grupos do crime organizado e pronta disponibilidade de armas de fogo.

Por ONU Brasil | 14/02/20 - 12:02 | [Leia Mais] |

Sem título

OMS propõe medidas para salvar 7 milhões de vidas ameaçadas pelo câncer

A Organização Mundial da Saúde (OMS) destaca nesta terça-feira (4) a necessidade de aumentar os serviços de atenção à saúde destinados ao tratamento de câncer em países de baixa e média renda. A OMS alerta que, se as tendências atuais continuarem, haverá um aumento de 60% nos casos de câncer no mundo nas próximas duas décadas. O maior aumento (81%) no número de novos casos ocorrerá em países de baixa e média renda, onde as taxas de sobrevivência são atualmente as mais baixas. Isso se deve em grande parte ao fato de esses países terem priorizado as ações de saúde e seus limitados recursos na luta contra doenças infectocontagiosas e na melhoria da saúde materno-infantil – enquanto deixam uma lacuna nos sistemas de saúde quanto a organização para prevenção, triagem, diagnóstico e tratamento adequados para as pessoas com câncer. Em 2019, mais de 90% dos países de alta renda relataram ter sistemas abrangentes de tratamento de câncer no sistema público de saúde, enquanto menos de 15% dos países de baixa renda possuem esses sistemas. “Este é um alerta para todos nós para combatermos as desigualdades inaceitáveis no tratamento do câncer entre os serviços de saúde dos países ricos e pobres”, disse Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS.

Por OPAS/OMS Brasil | 04/02/20 - 15:02 | [Leia Mais] |