Notícias sobre Determinantes Sociais da Saúde

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OMS realiza “encontro estratégico” sobre DSS

O Relatório da Comissão Global sobre DSS (2008) e a Declaração Política do Rio (2011) assinalaram a importância fundamental da ação sobre os Determinantes Sociais da Saúde para reduzir as iniquidades em saúde. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas ressaltou igualmente a relevância da abordagem dos DSS para a consecução de seu objetivo principal: “ninguém será deixado para trás”. Desde 2018, verifica-se um compromisso renovado da OMS com a ação sobre os DSS, incluindo os determinantes sociais mais amplos que incidem sobre a equidade em saúde, que se reflete no 13⁰ Programa de Trabalho 2019-2023. Recentemente, foi criado um novo Departamento de Determinantes Sociais da Saúde que deverá liderar esse esforço, oferecendo oportunidade de fortalecer a narrativa global sobre DSS e redefinir o escopo das atividades da OMS nesta área.
O encontro reuniu mais de 50 especialistas internacionais da área governamental e da academia, além de mais de 40 técnicos da OMS que vêm trabalhando sobre DSS e temas relacionados, para discutir prioridades para o trabalho futuro da OMS na área.

Por Leonardo Castro | 17/10/19 - 13:10 | [Leia Mais] |

Fiocruz lança documentário sobre tradições dos povos indígenas

Durante o lançamento, pesquisadores da instituição apresentaram resultado de pesquisa realizada em aldeias ianomâmis que revelam desnutrição, nanismo nutricional e contaminação por mercúrio O dia 13 de setembro marca os […]

Por Fiocruz Brasília | 10/10/19 - 15:10 | [Leia Mais] |

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Aumento de problemas respiratórios em crianças nas áreas de queimadas da Amazônia acarreta forte impacto para o SUS

A Fiocruz, em estudo coordenado pelo Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict), mapeou o impacto das queimadas para a saúde infantil na região amazônica. A pesquisa concluiu que, nas áreas mais afetadas pelo fogo, o número de crianças internadas com problemas respiratórios dobrou. Foram cerca de 2,5 mil internações a mais, por mês, em maio e junho de 2019, em aproximadamente 100 municípios da Amazônia Legal, em especial nos estados do Pará, Rondônia, Maranhão e Mato Grosso — o que acarretou custo excedente de R$ 1,5 milhão ao Sistema Único de Saúde (SUS). De acordo com pesquisas, viver em uma cidade próxima aos focos de incêndio aumenta em 36% o risco de se internar por problemas respiratórios. O levantamento aponta ainda que em cinco dos nove estados da região houve aumento na morte de crianças hospitalizadas por problemas respiratórios. É o caso de Rondônia. Entre janeiro e julho de 2018, foram cerca de 287 mortes a cada 100 mil crianças com menos de 10 anos.

Por Assessoria de Comunicação do Icict/Fiocruz | 02/10/19 - 16:10 | [Leia Mais] | 1 Comentário »

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Sociedades justas: Equidade em saúde e vida com dignidade. Relatório da Comissão da Organização Pan-Americana da Saúde sobre Equidade e Desigualdades em Saúde nas Américas

A OPAS criou a Comissão sobre Equidade e Desigualdades em Saúde nas Américas para analisar o impacto dos fatores que influenciam a saúde e, ao mesmo tempo, propor ações para melhorar as desigualdades nessa área. Segundo as evidências apresentadas neste relatório, grande parte da saúde precária é determinada socialmente. Fatores como a posição socioeconômica, a etnia, o gênero, a orientação sexual, a condição de deficiência, a situação de migrante — individualmente ou em combinação — podem contribuir para desigualdades acentuadas na saúde ao longo da vida. A análise também revela que outros fatores estruturais, como a mudança climática, as ameaças ambientais e a relação da pessoa com a terra, bem como o impacto contínuo do colonialismo e do racismo, também estão retardando os avanços rumo a uma vida digna e ao gozo dos mais altos padrões de saúde que possam ser alcançados.

Por Organização Pan-Americana da Saúde | 02/10/19 - 15:10 | [Leia Mais] | 1 Comentário »

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Brasil precisa de mais produtividade e empregos para atingir metas do ODS 8

Criar mais e melhores oportunidades de trabalho, com expansão do produto e da renda, é um dos caminhos indicados pelo Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) nº 8 da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo o Caderno ODS 8 elaborado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), para que o Brasil avance nessa rota, é preciso acelerar investimentos que ampliem a produtividade e o emprego no país. O ODS 8 contempla onze metas que abordam temas como produtividade; aumento do produto interno bruto (PIB) per capita; redução do trabalho infantil, do trabalho análogo à escravidão, dos acidentes de trabalho, da informalidade e do desemprego; entre outros. De acordo com um dos pesquisadores que desenvolveram o estudo, Marcos Hecksher, o país está em lenta recuperação da economia há três anos e é preciso combinar o equilíbrio fiscal a ações que incentivem investimentos – em infraestrutura, qualidade da educação e formação profissional.

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 01/10/19 - 16:10 | [Leia Mais] |

Seminário Internacional debaterá Atenção Primária à Saúde do global ao local

O Departamento de Administração e Planejamento em Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Daps/ENSP) promoverá, entre os dias 23 e 25 de outubro, o Seminário Internacional Atenção Primária à Saúde do global ao local. Durante três dias serão debatidos temas como: APS na perspectiva internacional, práticas avançadas de enfermagem na APS, rumos da Política Nacional de Atenção Básica, a APS no SUS no Rio de Janeiro, entre outros assuntos. O evento contará com a participação de pesquisadores da ENSP e outras instituições nacionais e internacionais.

Por Informe Ensp | 01/10/19 - 15:10 | [Leia Mais] |

Foto: Marcello CasalJr/Arquivo Agência Brasil

Cortes de R$ 60,2 bilhões em programas federais afetaram os mais pobres, diz estudo do ISC/UFBA

Os programas federais direcionados a populações mais vulneráveis foram os mais afetados pelos cortes orçamentários do Brasil nos últimos anos. As reduções em áreas como assistência social, educação e moradia chegaram a R$ 60,2 bilhões de 2014 a 2017. A conclusão é de um estudo liderado pelo Instituto de Saúde Coletiva da Universidade Federal da Bahia (ISC/UFBA) e publicado, recentemente, pela revista científica internacional BMJ.
Para o levantamento, foram utilizados dados orçamentários disponibilizados ao público pelo Senado Federal. “Avaliamos os gastos, em reais, comprometidos com esses programas nos orçamentos federais de 2014, 2015, 2016 e 2017. A escolha de quais analisar foi feita antes da determinação das tendências orçamentárias”, explica o pesquisador Luis Eugênio de Souza, que coordenou o estudo.

Por Egberto Siqueira | 17/09/19 - 14:09 | [Leia Mais] |