Notícias sobre Determinantes Sociais da Saúde

Ipea

Violência no Brasil é tema do Panorama Ipea

Em 2014 houve 59.627 mortes. Isso equivale a 29 a cada 100 mil habitantes. Esses dados equivalem a 10% dos homicídios pelo globo, colocando o Brasil como o maior número absoluto de homicídios. Para Helder Ferreira, coordenador de Estudos e Políticas de Estado e Instituições do Ipea, o Brasil já tem um número alto de homicídio há muitos anos, o que nos coloca como um dos países com maior número de homicídios. “Considerando as taxas, estamos entre os 12 países com as maiores taxas de homicídios com os dados disponíveis. Esse já é um problema que já vem sendo discutido no Brasil há muito tempo”, pontuou. Segundo Nívio Nascimento, coordenador da Unidade de Estado de Direito da UNODC/ONU, quando se fala em crime, violência e homicídios é muito difícil de se estabelecer uma única causa. “São fenômenos multicausais. A gente não pode só apontar um ou outro elemento.

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 25/04/16 - 15:04 | [Leia Mais] |

Violência

Mortes violentas de jovens: quem mais mata é também quem mais morre

O seminário Mortes violentas de jovens: o desafio da prevenção em uma perspectiva intersetorial apresentou os resultados do estudo socioepidemiológico da mortalidade de jovens por homicídios no Brasil e países da América Latina por meio de um estudo de caso em dez municípios brasileiros – sendo dois por região –, além de seis municípios da região metropolitana de Buenos Aires. A pesquisa buscou analisar os homicídios de jovens de 1990 a 2010, identificando padrões de semelhança e diferenças na distribuição dos homicídios nas regiões estudadas. Pretendeu-se também analisar as taxas segundo grupos etários (15 a 19, 20 a 24 e 25 a 29), sexo, raça/cor; identificar os principais meios utilizados na agressão de jovens; analisar dados socioeconômicos e de violência dos municípios estudados; investigar percepções de atores sociais sobre os homicídios de jovens; conhecer histórias de vida de jovens vítimas de homicídios a partir de seus familiares; e, ainda, analisar os discursos da imprensa local sobre os homicídios de jovens.

Por Tatiane Vargas - Informe ENSP | 18/04/16 - 14:04 | [Leia Mais] |

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Saneamento básico: debate ressalta necessidade de autonomia aos municípios e foco nas desigualdades; no combate às epidemias, mais atenção ao ambiente externo do que às residências

“Uma das políticas públicas mais negligenciadas historicamente no país” esteve no centro do quarto debate online da série Futuros do Brasil, realizado em 17/3/2016, pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz). A observação, do pesquisador Leo Heller, da Fiocruz Minas e relator das Nações Unidas sobre água e saneamento, refere-se à política pública de saneamento básico no país, que tem gerado grandes deficits e um grande passivo, afetando especialmente os que vivem em situações mais vulneráveis, conforme analisa. Leo foi um dos convidados a debater o tema Saneamento básico como direito humano, ao lado do também pesquisador Guilherme Franco Netto, especialista em Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz.

Por Eliane Bardanachvili / CEE-Fiocruz | 12/04/16 - 16:04 | [Leia Mais] |

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No Dia Mundial da Saúde 2016, OMS lança seu primeiro relatório global sobre Diabetes

Nesta quinta-feira (7/4), é celebrado o Dia Mundial da Saúde. Em 2016, o tema da campanha da Organização Mundial da Saúde (OMS) é o Diabetes e a instituição lança seu primeiro relatório global sobre a doença.
De acordo com a publicação, desde 1980 o número de pessoas vivendo com diabetes quadriplicou e alcançou os 422 milhões de pessoas (em 2014), especialmente em países em desenvolvimento. O crescimento do número de pessoas com o agravo é acompanhado do aumento de casos de obesidade e sobrepeso.
O objetivo da OMS é chamar a atenção para a doença e para o fato de que ações de promoção da saúde, hábitos alimentares saudáveis e práticas de atividades físicas podem reduzir os fatores de risco de desenvolvimento do diabetes.

Por Portal Fiocruz | 07/04/16 - 13:04 | [Leia Mais] |

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Há mais obesos no mundo do que magros, diz estudo. E agora?

Nos últimos 40 anos, houve um aumento surpreendente no número de obesos no mundo. De 105 milhões em 1975, para 641 milhões em 2014. Os dados são do maior estudo global já feito sobre o Índice de Massa Corporal (IMC), o principal parâmetro usado para medir a obesidade.
A cada década, segundo o estudo, a população mundial se tornou 1,5 kg mais pesada. Se a taxa de obesidade continuar nesse ritmo, em 2025, cerca de um quinto dos homens (18%) e mulheres (21%) em todo o mundo serão obesos e mais mais de 6% dos homens e 9% das mulheres serão severamente obesos. “O número de pessoas no mundo cujo peso representa uma ameaça séria para a saúde nunca foi tão alto”, disse Majid Ezzati, professor da escola de saúde pública do Imperial College of London, na Inglaterra, e principal autor do trabalho.

Por Mônica Tarantino e Monique Oliveira / Brasileiros | 01/04/16 - 17:04 | [Leia Mais] |

Clipping de março (2016)

Quatro problemas estruturais brasileiros que a epidemia de zika revela Cor da pele interfere até na ação policial, dizem pesquisadores Nova caderneta da gestante orienta sobre prevenção contra Aedes aegypti […]

Por Equipe Editorial do Portal DSS Brasil | 01/04/16 - 15:04 | [Leia Mais] |

Pobres gastam mais dinheiro comprando produtos derivados do tabaco e morrem mais em decorrência de doenças à ele relacionadas.

Fiocruz lança plataforma digital para analisar as estratégias da indústria do tabaco

Pesquisadores do Centro de Estudos sobre Tabaco e Saúde (Cetab/ENSP) e de outras instituições e profissionais da área estiveram reunidos, por dois dias, para o lançamento do Observatório sobre as Estratégias da Indústria do Tabaco e Workshop sobre o artigo 5.3 da Convenção Quadro para o Controle do Tabaco da Organização Mundial da Saúde (CQCT/OMS). Na ocasião, foi lançada a primeira plataforma digital, criada por uma instituição pública da área de saúde que objetiva demonstrar a interferência da indústria do fumo nas políticas públicas de controle do tabaco. A ferramenta, que permitirá colaborações externas, armazenará documentos que demonstram a influência da indústria nos processos políticos e legislativos, promovendo parcerias com lobistas para obter decisões que contemplem seus interesses.

Por Tatiane Vargas - Informe ENSP | 31/03/16 - 15:03 | [Leia Mais] |