Arquivo de Opiniões

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Lei de prevenção inversa: é possível que as intervenções em saúde pública aumentem as desigualdades sociais?

Citada por alguns pesquisadores como situação na qual indivíduos com maiores necessidades de se beneficiar com intervenções preventivas em nível coletivo são os menos propensos a recebê-las, lei da prevenção inversa é análoga a lei do cuidado inverso, quando disponibilidade aos serviços de saúde é menor para indivíduos com mais necessidade. Será que mesmo onde as intervenções em saúde pública são consideradas “bem sucedidas” é possível que aumentem as iniquidades em saúde?

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore | 11/04/13 - 11:04 | [Leia Mais] | 20 Comentários »

Imagem: Universidade de Pelotas

Série: Os objetivos pós-2015 e a International Epidemiological Association (4)

Autor analisa o processo de definição dos objetivos de saúde na agenda de desenvolvimento pós-2015, desde a perspectiva da International Epidemiological Association da qual é Presidente. Analisa em particular o relatório da reunião de Botswana, o qual, a seu ver, representa um avanço com relação a posições anteriores, mas considera que ainda resta muito a ser discutido para definir qual seria o indicador ou a meta numérica a ser proposta para a Saúde na agenda pós-2015.

Por Cesar Victora | 28/03/13 - 10:03 | [Leia Mais] |

Epidemiologia do curso de vida considera eventos perinatais/ Imagem: Fiocruz

Iniquidades sociais e a Epidemiologia do Curso de Vida: uma perspectiva que está para além das doenças crônicas

Vários estudos têm sugerido que o baixo peso ao nascer e a prematuridade podem estar associados a doenças cardiovasculares e diabetes. Epidemiologia do curso de vida considera eventos perinatais e os determinantes sociais delimitando hierarquicamente seus componentes e suas possíveis interações superando o ponto de vista limitado apenas às doenças crônicas.

Por Mario Vianna Vettore e Gabriela Lamarca | 01/11/12 - 11:11 | [Leia Mais] |

Projeto GRADIENT: sugere que os formuladores de políticas devem construir o capital social estimulando as organizações locais a aderirem a normas e valores positivos para a saúde

Trabalhando com a comunidade para melhorar a saúde infantil: a experiência europeia do projeto Gradient

Capacidade de compreender a natureza complexa das desigualdades sociais de um país e impactos que têm sobre a saúde dos cidadãos pode representar o diferencial entre ter uma vida curta ou longa. Em todos os países da União Europeia e no Brasil, há uma correlação sistemática entre o nível de saúde e a condição socioeconômica. Projeto sugere construção do capital social com estímulo para normas e valores positivos para a saúde.

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore | 04/10/12 - 11:10 | [Leia Mais] |

Imagem extraída do Relatório Final da Comissão Nacional sobre Determinantes Sociais da Saúde

Aumentar o capital social é a solução para as iniquidades sociais em saúde?

Conceito pode ser entendido como conjunto de normas e redes da estrutura social que habilitam seus participantes a buscar objetivos comuns. Quanto mais inequitativa é uma sociedade, maior é o desgaste do Capital Social, o que explicaria sua pior situação de saúde quando comparada às sociedades com relações de solidariedade mais desenvolvidas. Países com maior desigualdade de renda e baixos níveis de coesão social investem menos em capital humano.

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore | 05/06/12 - 14:06 | [Leia Mais] | 1 Comentário »

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Advocacy e a disseminação de informações em Saúde Pública

Advocacy refere-se atividade política de um indivíduo ou um grupo que normalmente visa influenciar políticas públicas. As informações científicas são fundamentais para a formulação de argumentos por aqueles que atuam na advocacy. Entretanto, publicar informações incorretas, geralmente superestimadas, é um dos recursos usados para se advogar em prol de ações ou políticas em saúde, o que constitui uma “má” advocacy que compromete a credibilidade de quem as utiliza.

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore | 26/03/12 - 13:03 | [Leia Mais] |

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Quem paga a conta da saúde?

Pesquisa Conta Satélite do IBGE, sobre gastos com saúde, reforçou a informação sobre o predomínio do gasto privado. Em termos de percentagem as famílias gastaram 29,5% mais do que o governo, ou R$ 835,65 per capita, enquanto o poder público despendeu de R$ 645,27 per capita. Desigualdades no acesso e qualidade dos serviços ou nas fontes e mecanismos de financiamento revelam que o SUS real vem se distanciando do ideal. Brasileiro de baixa renda paga mais imposto ao governo e gasta mais para comprar serviços essenciais.

Por Alberto Pellegrini Filho | 27/01/12 - 20:01 | [Leia Mais] | 1 Comentário »