Publicações do DSS-BR

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Indígenas, negros e mulheres são mais afetados por pobreza e desemprego no Brasil, diz CEPAL

Em relatório divulgado na terça-feira (1), a Comissão Econômica para a América Latina e Caribe (CEPAL) alerta que indígenas, negros e mulheres estão mais vulneráveis ao desemprego e à pobreza em países latino-americanos. No Brasil, índice de miséria entre os afrodescendentes chega à média de 22%, valor duas vezes maior que entre os brancos (10%). A pesquisa do organismo regional identifica o que chama de “eixos estruturantes” da desigualdade social, como gênero e aspectos étnico-raciais. Com base em dados de 2014 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a CEPAL calculou que a porcentagem de indígenas brasileiros vivendo em situação de pobreza extrema — 18% — é seis vezes maior do que a proporção verificada no restante da população do país. Entre os negros, a taxa é menor (6%), mas representa o dobro do índice de indigência entre os brancos. As disparidades atravessam outros níveis de renda. No Brasil, 49% dos indígenas e 33% dos afrodescendentes pertencem à quinta parte mais pobre da população.

Por ONU Brasil | 04/11/16 - 16:11 | [Leia Mais] |

Seminário discute álcool como problema de saúde pública

Reunindo especialistas nacionais e internacionais sobre o tema, gestores públicos e representantes de organizações internacionais, o Seminário Internacional Álcool, Saúde e Sociedade, sediado na Escola Nacional de Saúde Pública e no Museu da Vida da Fiocruz, aborda de modo científico e totalmente baseado em evidências aspectos epidemiológicos, históricos e culturais do consumo de álcool, assim como as políticas públicas para combater o abuso da bebida no Brasil e na América Latina. Entre os presentes à mesa estiveram Valcler Rangel, vice-presidente de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fundação, Keila Kikushi, coordenadora interina de Saúde Mental, Álcool e Outras Drogas do Ministério da Saúde, Victoria González, coordenadora da Junta Nacional de Drogas do Uruguai, Maristela Monteiro, assessora sênior para álcool da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS), Paulo Gadelha, presidente da Fiocruz e por conferência o pesquisador Thomas Babor, professor da Universidade de Connecticut.

Por André Costa - Agência Fiocruz de Notícias | 26/10/16 - 17:10 | [Leia Mais] |

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Atlas do Desenvolvimento Humano nas Regiões Metropolitanas fornece indicadores para focalização de políticas públicas

No Brasil, há cerca de 70 regiões metropolitanas, nas cinco regiões do país. Os dados divulgados no último Censo do IBGE, em 2010, revelaram o forte crescimento dessas áreas e também uma ampla demanda por serviços públicos e políticas sociais. Somente as regiões metropolitanas de São Paulo, Recife, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre, por exemplo, concentram mais de 44 milhões de habitantes, quase um quarto da população do país. Para traçar um panorama de 20 dessas regiões, com base em dados e indicadores, o Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea) e a Fundação João Pinheiro, em parceria com o PNUD, desenvolveram uma plataforma de análise de dados para colaborar na melhoria de políticas públicas. Com isso, dados como a longevidade, educação e renda da população são disponibilizados no Atlas do Desenvolvimento Humano das Regiões Metropolitanas Brasileiras.

Por PNUD Brasil | 20/10/16 - 17:10 | [Leia Mais] |

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Seminário franco-brasileiro aborda obesidade e agravos relacionados a partir de hoje (20)

Evento sobre o enfrentamento da pandemia de obesidade e agravos relacionados acontece no auditório da Fiocruz Pernambuco. Estudantes de pós-graduação, especialistas, gestores da saúde e representantes da sociedade civil organizada podem participar

Por Site da Fiocruz PE | 20/10/16 - 11:10 | [Leia Mais] |

crack

Fiocruz apresenta resultados de pesquisa sobre crack e exclusão social

Nos últimos anos o consumo de crack apresentou crescimento considerável no Brasil. Algumas regiões, principalmente os grandes centros urbanos – nos quais existe maior visibilidade do uso da droga – vem buscando alternativas no intuito de minimizar danos e riscos do uso prejudicial da substância. Diante dos altos índices de consumo do crack no país a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) encomendou a Pesquisa Nacional sobre o Crack, desenvolvida pela Fiocruz, com apoio da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da instituição e coordenada pelo pesquisador Francisco Inácio Bastos, do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz). O estudo revelou que o Brasil possui 370 mil usuários regulares de crack nas capitais, sendo aproximadamente 80% deles homens, negros, de baixa escolaridade e renda, com média de idade de 30 anos.

Por Informe Ensp | 14/10/16 - 18:10 | [Leia Mais] |

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Desigualdades urbanas e desigualdades sociais nas metrópoles brasileiras

O artigo “Desigualdades urbanas e desigualdades sociais nas metrópoles brasileiras”, de Marcelo Gomes Ribeiro, publicado na Revista Sociologias (ano 18, no 42, mai/ago 2016, p. 198-230), está organizado em quatro seções, além da introdução. Na segunda seção, são analisadas as desigualdades de bem-estar urbano das principais metrópoles do país em conjunto e comparativamente. Na terceira seção, são relacionadas as desigualdades urbanas, por meio do IBEU, com o perfil socioeconômico dos grupos sociais das metrópoles. Na quarta seção, o estudo busca explicação para os relacionamentos observados entre o IBEU e o perfil socioeconômico. E nas considerações finais, procura-se sumarizar os resultados encontrados e apresentar desdobramentos possíveis da análise realizada.

Por Observatório das Metrópoles | 04/10/16 - 17:10 | [Leia Mais] |

rivaldo

Há 30 anos sem erradicar a dengue, Brasil enfrenta epidemia de chikungunya e zika vírus. Entrevista especial com Rivaldo Venâncio da Cunha

Responsável técnico pelo Escritório da Fundação Oswaldo Cruz em Mato Grosso do Sul, Cunha explica que as dificuldades de tratamento médico nos casos de chikungunya e zika vírus estão atreladas ao pouco conhecimento que se tem dessas doenças. Nos diversos congressos e simpósios que têm sido realizados em todo o país para tratar do tema, frisa, “as preocupações estão voltadas para o fato de que se trata de uma doença relativamente nova no Brasil”, que está instalada desde 2014, assim “nem a população conhece a doença do ponto de vista de ter sido infectada, nem os profissionais de saúde a conhecem, por isso não têm experiência de como lidar com essa doença”.

Entrevista com Rivaldo Venâncio da Cunha, concedida a Patricia Fachin - IHU On-Line | 28/09/16 - 17:09 | [Leia Mais] |