Publicações do DSS-BR

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Pesquisa analisa desigualdades no acesso aos transplantes

O Brasil tem, atualmente, o maior programa público de transplantes do mundo, com financiamento gratuito de 95% de suas atividades transplantadoras pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Os outros 5% da atividade de transplantes são financiados pelos planos de saúde privados ou pelo paciente, o que é mais raro. Esse quadro se deve à evolução do Sistema Nacional de Transplantes (SNT/MS) nesses últimos anos, aponta Sonia Maria Marinho de Souza, aluna do doutorado em Bioética, Ética Aplicada e Saúde Coletiva da ENSP, cuja tese foi orientada pelo pesquisador Fermin Roland Schramm. O estudo foi desenhado para testar a hipótese de que há desigualdades na alocação de um rim para transplante, de acordo com a posse ou não de um plano de saúde privado.

Por Informe ENSP | 26/04/16 - 16:04 | [Leia Mais] |

Em 2013, os Ministérios da Justiça e da Saúde publicaram o Perfil dos Usuários de Crack e/ou Similares no Brasil. O estudo indicou que a contaminação pelo HIV entre esse público é cerca de oito vezes maior do que entre a população em geral, atingindo a taxa de 5%. Um estudo de 2014 realizado pela Fundação Oswaldo Cruz reiterou as descobertas.

Cerca de 5% dos usuários de crack e similares no Brasil vivem com HIV, aponta relatório do UNAIDS

“O mundo tem que aprender as lições dos últimos 15 anos, seguindo o exemplo de países que reverteram sua epidemia de HIV entre pessoas que injetam drogas adotando estratégias de redução de danos que priorizam seus direitos humanos”, afirmou o diretor-executivo do UNAIDS, Michel Sidibé. Portugal, China, Irã, Quênia e Moldávia estão entre essas nações bem-sucedidas.
A pesquisa ressalta que abordagens baseadas na criminalização e na execução agressiva da lei criaram barreiras às tentativas de mitigar as consequências negativas enfrentadas pelos usuários. Prender pessoas pelo consumo ou posse de drogas para uso pessoal também aumenta sua vulnerabilidade ao HIV e a outras doenças infecciosas, como hepatite B, hepatite C e tuberculose, durante o encarceramento, apontou o relatório.

Por ONU Brasil | 25/04/16 - 17:04 | [Leia Mais] |

Ipea

Violência no Brasil é tema do Panorama Ipea

Em 2014 houve 59.627 mortes. Isso equivale a 29 a cada 100 mil habitantes. Esses dados equivalem a 10% dos homicídios pelo globo, colocando o Brasil como o maior número absoluto de homicídios. Para Helder Ferreira, coordenador de Estudos e Políticas de Estado e Instituições do Ipea, o Brasil já tem um número alto de homicídio há muitos anos, o que nos coloca como um dos países com maior número de homicídios. “Considerando as taxas, estamos entre os 12 países com as maiores taxas de homicídios com os dados disponíveis. Esse já é um problema que já vem sendo discutido no Brasil há muito tempo”, pontuou. Segundo Nívio Nascimento, coordenador da Unidade de Estado de Direito da UNODC/ONU, quando se fala em crime, violência e homicídios é muito difícil de se estabelecer uma única causa. “São fenômenos multicausais. A gente não pode só apontar um ou outro elemento.

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 25/04/16 - 15:04 | [Leia Mais] |

Violência

Mortes violentas de jovens: quem mais mata é também quem mais morre

O seminário Mortes violentas de jovens: o desafio da prevenção em uma perspectiva intersetorial apresentou os resultados do estudo socioepidemiológico da mortalidade de jovens por homicídios no Brasil e países da América Latina por meio de um estudo de caso em dez municípios brasileiros – sendo dois por região –, além de seis municípios da região metropolitana de Buenos Aires. A pesquisa buscou analisar os homicídios de jovens de 1990 a 2010, identificando padrões de semelhança e diferenças na distribuição dos homicídios nas regiões estudadas. Pretendeu-se também analisar as taxas segundo grupos etários (15 a 19, 20 a 24 e 25 a 29), sexo, raça/cor; identificar os principais meios utilizados na agressão de jovens; analisar dados socioeconômicos e de violência dos municípios estudados; investigar percepções de atores sociais sobre os homicídios de jovens; conhecer histórias de vida de jovens vítimas de homicídios a partir de seus familiares; e, ainda, analisar os discursos da imprensa local sobre os homicídios de jovens.

Por Tatiane Vargas - Informe ENSP | 18/04/16 - 14:04 | [Leia Mais] |

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Saneamento básico: debate ressalta necessidade de autonomia aos municípios e foco nas desigualdades; no combate às epidemias, mais atenção ao ambiente externo do que às residências

“Uma das políticas públicas mais negligenciadas historicamente no país” esteve no centro do quarto debate online da série Futuros do Brasil, realizado em 17/3/2016, pelo Centro de Estudos Estratégicos da Fiocruz (CEE-Fiocruz). A observação, do pesquisador Leo Heller, da Fiocruz Minas e relator das Nações Unidas sobre água e saneamento, refere-se à política pública de saneamento básico no país, que tem gerado grandes deficits e um grande passivo, afetando especialmente os que vivem em situações mais vulneráveis, conforme analisa. Leo foi um dos convidados a debater o tema Saneamento básico como direito humano, ao lado do também pesquisador Guilherme Franco Netto, especialista em Saúde, Ambiente e Sustentabilidade, da Vice-Presidência de Ambiente, Atenção e Promoção da Saúde da Fiocruz.

Por Eliane Bardanachvili / CEE-Fiocruz | 12/04/16 - 16:04 | [Leia Mais] |

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No Dia Mundial da Saúde 2016, OMS lança seu primeiro relatório global sobre Diabetes

Nesta quinta-feira (7/4), é celebrado o Dia Mundial da Saúde. Em 2016, o tema da campanha da Organização Mundial da Saúde (OMS) é o Diabetes e a instituição lança seu primeiro relatório global sobre a doença.
De acordo com a publicação, desde 1980 o número de pessoas vivendo com diabetes quadriplicou e alcançou os 422 milhões de pessoas (em 2014), especialmente em países em desenvolvimento. O crescimento do número de pessoas com o agravo é acompanhado do aumento de casos de obesidade e sobrepeso.
O objetivo da OMS é chamar a atenção para a doença e para o fato de que ações de promoção da saúde, hábitos alimentares saudáveis e práticas de atividades físicas podem reduzir os fatores de risco de desenvolvimento do diabetes.

Por Portal Fiocruz | 07/04/16 - 13:04 | [Leia Mais] |

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Há mais obesos no mundo do que magros, diz estudo. E agora?

Nos últimos 40 anos, houve um aumento surpreendente no número de obesos no mundo. De 105 milhões em 1975, para 641 milhões em 2014. Os dados são do maior estudo global já feito sobre o Índice de Massa Corporal (IMC), o principal parâmetro usado para medir a obesidade.
A cada década, segundo o estudo, a população mundial se tornou 1,5 kg mais pesada. Se a taxa de obesidade continuar nesse ritmo, em 2025, cerca de um quinto dos homens (18%) e mulheres (21%) em todo o mundo serão obesos e mais mais de 6% dos homens e 9% das mulheres serão severamente obesos. “O número de pessoas no mundo cujo peso representa uma ameaça séria para a saúde nunca foi tão alto”, disse Majid Ezzati, professor da escola de saúde pública do Imperial College of London, na Inglaterra, e principal autor do trabalho.

Por Mônica Tarantino e Monique Oliveira / Brasileiros | 01/04/16 - 17:04 | [Leia Mais] |