Publicações do DSS-BR

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Novo boletim avalia metas em saúde para 2030 no Brasil

Criada em 2015, a Agenda 2030 é um conjunto de metas da ONU para o desenvolvimento sustentável. A saúde está presente, de forma transversal, em todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), mas é tratada especificamente no Objetivo 3. As nove metas que compõe este ODS foram analisadas, a partir de séries históricas dos indicadores propostos para monitoramento, em novo boletim do Programa de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde (Proadess), do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz). De acordo com a publicação, “chama a atenção as persistentes desigualdades entre as Grandes Regiões, ainda que as diferenças tenham, em geral, diminuído nos últimos anos”.

Por Julia Dias | 09/10/18 - 15:10 | [Leia Mais] |

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Paulo Buss: enfrentar as desigualdades em saúde, prioridade nas Américas

Em abril de 2016 a diretora da OPAS, dra. Carissa Etienne, alarmada com o fato de dirigir a região que apresenta o mais alto grau de desigualdades em saúde do mundo, criou a referida Comissão, com o objetivo de reunir e analisar as melhores evidências disponíveis sobre o tema e propor ações para melhorar a saúde e reduzir as desigualdades em saúde nas Américas. No seu trabalho de mais de dois anos, a Comissão aprofundou a compreensão dos principais impulsionadores das desigualdades em saúde nas Américas, com um recorte focado em gênero, etnia, direitos humanos e condições sociais, econômicos, ambientais, políticas e culturais que moldam a saúde.

Por Centro de Estudos Estratégicos Fiocruz | 08/10/18 - 16:10 | [Leia Mais] |

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Opas publica recomendações para reduzir desigualdades

A Comissão debruçou-se durante dois anos sobre o tema e apresentou, na última semana (24/9), o sumário executivo do informe Sociedades justas, equidade em saúde, e vidas dignas, com doze recomendações para os governos da região abordarem o tema. O informe descarta uma visão simplista de que o acesso à boa saúde é só uma questão de renda. Um mínimo de investimento é necessário, afirmam os especialistas, no entanto existem múltiplos fatores, como gênero, raça, fatores ambientais, que também interferem na saúde e na desigualdade de acesso. “Há exceções dramáticas à ideia de que a boa saúde é simplesmente uma questão de ficar mais rico”, disse o presidente da comissão, Michael Marmot.

Por Julia Dias | 01/10/18 - 17:10 | [Leia Mais] |

Apesar de aumento, menos de 40% das cidades têm política de saneamento

Entre os 5.570 municípios brasileiros, 2.126 têm política de saneamento básico, mesmo que não seja regulamentada por instrumento legal, o que equivale a 38,2% do total. Apesar do baixo percentual, […]

Por Akemi Nitahara | 19/09/18 - 17:09 | [Leia Mais] |

Pesquisa do IBGE mostra que 38,2% dos municípios brasileiros têm política de saneamento básico - Marcello Casal Jr / Arquivo Agência Brasil

Munic: mais da metade dos municípios brasileiros não tinha plano de saneamento básico em 2017

Em 2017, 41,5% dos 5.570 municípios brasileiros afirmaram possuir Plano Municipal de saneamento básico (traz diagnóstico, objetivos e metas de universalização, entre outros conteúdos).
Já em relação a Política Municipal de Saneamento Básico (traça diretrizes gerais para os serviços), 38,2% dos municípios brasileiros informaram ter e 24,1% declararam estar elaborando. Em 2011, o percentual de municípios com Política Municipal de Saneamento Básico era de 28,2%.
Em 2017, apenas 17,2% dos municípios (958) afirmaram possuir um Conselho Municipal de Saneamento, sendo 816 exclusivos da área e 142 em conjunto com outras políticas. Em 2011, eram 195 municípios.

Por Agência IBGE Notícias | 19/09/18 - 17:09 | [Leia Mais] |

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‘A Declaração de Alma-Ata se revestiu de uma grande relevância em vários contextos’

Em setembro de 1978, a Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em Alma-Ata, na República do Cazaquistão, expressava a “necessidade de ação urgente de todos os governos, de todos os que trabalham nos campos da saúde e do desenvolvimento e da comunidade mundial para promover a saúde de todos os povos do mundo”. A Declaração de Alma Ata – documento síntese desse encontro – afirmava a partir de dez pontos que os cuidados primários de saúde precisavam ser desenvolvidos e aplicados em todo o mundo com urgência, particularmente nos países em desenvolvimento

Entrevista com Luiz Augusto Fachinni por Portal EPSJV/Fiocruz | 19/09/18 - 16:09 | [Leia Mais] |

10% mais ricos contribuem para mais da metade do índice de desigualdade no país

O Brasil tem uma das mais altas desigualdades de renda do mundo. Nesse cenário, conhecer a contribuição de ricos e pobres para as estimativas da disparidade pode ser um passo útil na definição de metas e ações capazes de amenizar o problema. Um trabalho publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, além de a renda nacional ser concentrada nos estratos mais abastados, os 10% mais ricos respondem por 51,5% da desigualdade total. No estudo, a desigualdade foi medida por um indicador ainda pouco utilizado na literatura socioeconômica, a J-divergência, a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 1981 e 2015.

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 19/09/18 - 16:09 | [Leia Mais] |