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10,3 milhões de pessoas moram em domicílios com insegurança alimentar grave

A insegurança alimentar grave esteve presente no lar de 10,3 milhões de pessoas ao menos em alguns momentos entre 2017 e 2018. Dos 68,9 milhões de domicílios do país, 36,7% estavam com algum nível de insegurança alimentar, atingindo, ao todo, 84,9 milhões de pessoas. É o que retrata a Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF) 2017-2018: Análise da Segurança Alimentar no Brasil, divulgada hoje (17) pelo IBGE. Na comparação com 2013, a última vez em que o tema foi investigado pelo IBGE, na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), a prevalência de insegurança quanto ao acesso aos alimentos aumentou 62,4% nos lares do Brasil. A insegurança vinha diminuindo ao longo dos anos, desde 2004, quando aparecia em 34,9% dos lares, 30,2% na PNAD 2009 e 22,6% na PNAD 2013. Mas em 2017-2018, houve uma piora, subindo para 36,7%, o equivalente a 25,3 milhões de domicílios.

Por Publicado em Agência IBGE Notícias, por Umberlândia Cabral | 17/09/20 - 13:09 | [Leia Mais] |

Resultados Preliminares del Proyecto ISLAC – COVID-19 en América Latina y el Caribe: Impacto en los Servicios de Salud de la Mujer, la Niñez y la Adolescencia

Para registrar-se, acesse o link: https://connect.everywomaneverychild.org/events/resultados-preliminares-del-proyecto-islac-covid-19-en-america-latina-y-el-caribe-impacto-en-los-servicios-de-salud-de-la-mujer-la-ninez-y-la-adolescencia/   El proyecto ISLAC – COVID-19 en América Latina y el Caribe: Impacto en los Servicios de Salud de la Mujer, la Niñez y la […]

Por *Every Woman Every Child | 13/09/20 - 19:09 | [Leia Mais] |

População negra e Covid-19: reflexões sobre racismo e saúde

Este artigo tem por objetivo contribuir para a reflexão no tocante aos impactos da pandemia Covid-19 na população negra, tendo como marco disparador a necessidade premente de analisar as assimetrias que essa emergência sanitária global produz, particularmente em contextos de desigualdade social, como é o caso do Brasil, em que a população em situação de vulnerabilidade social pode ser representada majoritariamente pela população negra, em seus diferentes grupos específicos, tipificados por gênero, por restrições de acesso a educação, proteção social, moradia adequada, serviços de saneamento básico, internet, bem como por ocupação/desocupação, por espaço geográfico, por privação de liberdade, ainda que paradoxalmente, quantitativamente equivalha a maioria da população brasileira, que acumula os piores indicadores.

Por SANTOS, Márcia Pereira Alves dos et al. | 13/09/20 - 15:09 | [Leia Mais] |

Nações Unidas 75 anos: Passado, Presente e Futuro

Por Equipe Editorial do portal DSS Brasil | 07/09/20 - 20:09 | [Leia Mais] |

Nova rodada do curso “Integrando a Agenda 2030 e os ODS” tem inscrições abertas

Representantes da sociedade civil organizada, do setor privado, do setor público, da academia e público em geral podem fazer suas inscrições para a terceira rodada do curso online “Integrando a Agenda 2030 e os ODS”. Resultado de parceria entre a Petrobras e o PNUD, a formação dá a oportunidade a alunas e alunos de aprofundar o conhecimento sobre o processo de adoção da Agenda 2030, a implementação dos 17 ODS e suas 169 metas e conhecer ferramentas que promovem a territorialização dos Objetivos Globais. As inscrições seguem até o próximo dia 6 de setembro. Desde 2019, mais de duas mil pessoas, das cinco regiões do Brasil, já participaram das atividades. A inscrição e a participação no curso são gratuitas. No “Módulo 1”, os alunos são apresentados aos principais conceitos sobre desenvolvimento sustentável, ao processo internacional que levou à adoção da Agenda 2030 e aos principais desafios para o cumprimento dos 17 ODS.

Por *PNUD Brasil | 03/09/20 - 10:09 | [Leia Mais] |

Lançamento dos Seminários Avançados em Saúde Global e Diplomacia de Saúde “José Roberto Ferreira”

Por Equipe Editorial do Portal DSS | 28/08/20 - 12:08 | [Leia Mais] |

Atlas da Violência: assassinatos de negros crescem 11,5% em 10 anos

No Brasil, os casos de homicídio de pessoas negras (pretas e pardas) aumentaram 11,5% em uma década, de acordo com o Atlas da Violência 2020, divulgado hoje (27), em São Paulo, pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). Ao mesmo tempo, entre 2008 e 2018, período avaliado, a taxa entre não negros (brancos, amarelos e indígenas) fez o caminho inverso, apresentando queda de 12,9%. Feito com base no Sistema de Informação sobre Mortalidade, do Ministério da Saúde, o relatório evidencia ainda que, para cada pessoa não negra assassinada em 2018, 2,7 negros foram mortos, estes últimos representando 75,7% das vítimas. Enquanto a taxa de homicídio a cada 100 mil habitantes foi de 13,9 casos entre não negros, a atingida entre negros chegou a 37,8. Na avaliação dos especialistas que produziram o documento, os números deixam transparecer o racismo estrutural que ainda perdura no país.

Por Publicado em Agência Brasil, por Letycia Bond* | 27/08/20 - 11:08 | [Leia Mais] |