Posts marcados como " Desenvolvimento Social "

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Estudo aponta que medidas de austeridade podem aumentar mortalidade infantil no Brasil

A mortalidade de menores de 5 anos poderá ser fortemente impactada por medidas de austeridade fiscal que reduzam programas de proteção social e aqueles voltados para a atenção básica à saúde. O alerta vem de um estudo publicado na revista Plos Medicine, que envolveu pesquisadores da Fiocruz Minas, Universidade Federal da Bahia, do Imperial College de Londres, do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA) e da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos. De acordo com a pesquisa, a taxa de mortalidade poderá ser de até 8,6% maior em 2030, o que corresponde a um incremento de 20 mil óbitos evitáveis entre crianças. Já as internações evitáveis no mesmo grupo etário poderão chegar a 124 mil. Para chegar aos resultados, os pesquisadores usaram modelos matemáticos para analisar a associação de um conjunto de variáveis sociais e econômicas com dois programas brasileiros: Bolsa Família e Estratégia Saúde da Família.

Por Fiocruz Minas | 14/06/18 - 10:06 | [Leia Mais] |

Agrotóxicos e EU

  Resultado dos últimos anos de pesquisa sobre o assunto em dois pós-doutorados, Geografia do uso de agrotóxicos no Brasil e conexões com a União Europeia (FFLCH – USP), da […]

Por REVISTA RADIS | 05/06/18 - 15:06 | [Leia Mais] |

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Brasil ultrapassa pela primeira vez a marca de 30 homicídios por 100 mil habitantes

O Brasil atingiu, pela primeira vez em sua história, o patamar de 30 homicídios por 100 mil habitantes. A taxa de 30,3, registrada em 2016, corresponde a 62.517 homicídios naquele ano, 30 vezes o observado na Europa naquele mesmo ano, e revela a premência de ações efetivas por parte das autoridades públicas para reverter o aumento da violência. É o que aponta o Atlas da Violência 2018, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, que foi divulgado nesta terça-feira, 5. Apenas entre 2006 e 2016, 553 mil pessoas perderam suas vidas devido à violência intencional no Brasil. Entre 1980 e 2016, cerca de 910 mil pessoas foram mortas pelo uso de armas de fogo no país. Uma verdadeira corrida armamentista que vinha acontecendo desde meados dos anos 1980 só foi interrompida em 2003, com a sanção do Estatuto do Desarmamento. Em 2003, o índice de mortes por armas de fogo era de 71,1%, o mesmo registrado em 2016.

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 05/06/18 - 15:06 | [Leia Mais] |

A pesquisadora Fernanda Lopes participa da 4ª Conapir - Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil

Maioria de mortes maternas no país ocorre entre mulheres negras jovens

Mais da metade (54,1%) das mortes maternas no Brasil ocorrem entre as mulheres negras de 15 a 29 anos. A população negra feminina também tem duas vezes mais chance de morrer por causas relacionadas à gravidez, ao parto e ao pós-parto do que as mulheres brancas. A informação foi destacada pela doutora em saúde pública, Fernanda Lopes, durante as discussões da 4ª Conferência Nacional da Promoção da Igualdade Racial (Conapir).
“Estas mulheres morrem com uma frequência maior, prioritariamente por hipertensão, um problema que poderia ser identificado lá no pré-natal. Mas, estas mulheres são as que menos têm informações sobre sinais de parto, que com mais frequência têm o pré-natal considerado inadequado e são aquelas que mais peregrinam até conseguirem vaga na maternidade para dar à luz”, destacou Fernanda.

Por Débora Brito | 30/05/18 - 13:05 | [Leia Mais] |

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Ciência & Saúde Coletiva – maio de 2018

As mais elevadas causas de mortalidade no mundo são associadas à perda de qualidade de vida e à desigualdade econômica. Denominadas Doenças e Agravos Não Transmissíveis (DANT), se dividem em dois grupos: enfermidades crônicas (como doenças cardiovasculares, neoplasias, distúrbios respiratórios, diabetes) e acidentes e violências. A discussão sobre DANT é o eixo temático da Revista Ciência & Saúde Coletiva de maio, já disponível online, sob o título Trabalho, ambiente e cuidados em saúde. As doenças crônicas não transmissíveis afetam mais os trabalhadores de baixa renda e refletem os efeitos negativos da globalização e das desigualdades econômicas e de acesso aos serviços de saúde, da urbanização rápida, da vida sedentária e da alimentação com alto teor calórico e do marketing que estimula o uso do tabaco e do álcool.

Por Associação Brasileira de Saúde Coletiva – Abrasco | 15/05/18 - 13:05 | [Leia Mais] |

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Plataforma permite acompanhar indicadores dos ODS para o Brasil

Segundo o presidente do IBGE, Roberto Olinto, que esteve na mesa de lançamento, o trabalho do Ipea e do IBGE é, com essa readequação, apresentar uma proposta à sociedade. “Para isso, será usada a plataforma, em que constarão dados e processos de comunicação”, explicou. Após o trabalho técnico realizado pelas duas instituições, o próximo passo será a consulta à sociedade civil.
A diretora-adjunta de Estudos e Políticas Sociais do Ipea, Enid Rocha, representante do Ipea na Comissão dos ODS, explicou que a nova agenda para o desenvolvimento sustentável é muito ambiciosa e requer uma revisão profunda dos modelos atuais de desenvolvimento para ter sucesso na erradicação da pobreza e na promoção da prosperidade compartilhada.

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 27/04/18 - 12:04 | [Leia Mais] |

Adolescentes com HIV não sabem negociar uso de preservativo

Um estudo apresentado como dissertação de mestrado no Programa de Pós Graduação em Pediatria da Escola Paulista de Medicina da Unifesp mostrou que a maioria dos adolescentes infectados com HIV […]

Por REVISTA RADIS | 20/04/18 - 16:04 | [Leia Mais] |