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OTSS e Funasa ampliam intercâmbio para construção de tecnologias sociais inovadoras

Como uma tecnologia social pode ser incorporada no dia-a-dia de uma comunidade tradicional? O intercâmbio de saberes entre a academia e os povos e comunidades que vivem no território da Bocaina é o eixo norteador da política de atuação do Observatório de Territórios Sustentáveis e Saudáveis da Bocaina (OTSS). Nesse contexto, desde 2009, a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) apoia iniciativas da Fiocruz na região, no campo da saúde territorializada, ou seja, ações que constroem um ambiente saudável por meio de práticas sustentáveis que dialoguem com o modo de vida de caiçaras, indígenas e quilombolas. A pauta central das ações desenvolvidas pelo OTSS é a promoção da saúde. Esse tema se amplia para olhar os territórios e suas necessidades em áreas como saneamento ecológico, agroecologia e turismo de base comunitária (TBC), entre outras ações que fazem parte do trabalho que vem sendo executado pelo projeto em parceria com a Funasa.

Por Vanessa Cancian | 24/04/19 - 16:04 | [Leia Mais] |

Atuação da Fiocruz Brasília em Territórios Saudáveis e Sustentáveis é destaque no 2º Ciclo de Debates de Saúde, Ambiente e Sustentabilidade

A Fiocruz Brasília tem protagonizado uma série de iniciativas voltadas para o estabelecimento de Territórios Saudáveis e Sustentáveis (TSS) nas regiões do semiárido e do cerrado, resultantes de acordos de […]

Por | 11/04/19 - 14:04 | [Leia Mais] |

“É preciso entender a promoção à saúde não só com foco no indivíduo e no que conhecemos como comunicação em saúde, mas como uma forma de olhar para a saúde como um todo”, explicou Buss (foto: Peter Ilicciev)

Palestra na Fiocruz traça histórico da promoção à saúde

Como parte da 1ª Conferência de Promoção da Saúde da Fiocruz, que aconteceu na Tenda da Ciência, na segunda-feira (8/4), o ex-presidente da Fundação e diretor do Centro de Relações Internacionais em Saúde, Paulo Buss, apresentou a palestra magna Promoção da Saúde, atenção básica e interface com a Agenda do Desenvolvimento 2030 e seus ODS.
Em sua fala, Buss apresentou a promoção à saúde como uma das principais estratégias a atenção primária em saúde, Buss destacou quatro marcos internacionais da trajetória desta abordagem: a Conferência de Alma-Ata, em 1978, a Carta de Ottawa, em 1986, a Conferência de Astana, em 2018 e a Agenda dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, estabelecida pela ONU em 2015.
“É preciso entender a promoção à saúde não só com foco no indivíduo e no que conhecemos como comunicação em saúde, mas como uma forma de olhar para a saúde como um todo”, explicou.

Por Julia Dias | 11/04/19 - 08:04 | [Leia Mais] |

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Igualdade de gênero é uma das metas para um mundo mais sustentável até 2030

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas é um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que formam um conjunto de metas a serem cumpridas até 2030 pelos 193 países das Nações Unidas (ONU). Apesar de ser um objetivo específico na agenda mundial, a igualdade de gênero é um tema transversal que não se restringe às mulheres.
O Objetivo 5, sobre igualdade de gênero, tem 14 indicadores, mas existem outros 40 com dados desagregados por sexo nos outros ODS, mostrando que um mundo mais sustentável passa, necessariamente, pelas questões de gênero. No Brasil, é o IBGE que articula a construção desses indicadores e consolida todos eles na Plataforma ODS Brasil, onde estão disponíveis os estágios das metas no país. A coordenadora de População e Indicadores Sociais do IBGE, Barbara Cobo, é a responsável pelo ODS 5 no instituto e diz que os dados ajudam a desmistificar o assunto.

Por Pedro Renaux | 03/04/19 - 14:04 | [Leia Mais] |

Armas

Em 20 anos, armas de fogo mataram 145 mil jovens no Brasil, aponta SBP

No Brasil, a cada 60 minutos uma criança ou adolescente morre em decorrência de ferimentos por arma de fogo. Nas últimas duas décadas, mais de 145 mil jovens, com idades entre zero e 19 anos, faleceram em consequência de disparos, acidentais ou intencionais, como em casos de homicídio ou suicídio. Os números fazem parte de um levantamento elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) com o objetivo de ajudar a entender esse problema que atinge proporções endêmicas e com implicações nos indicadores de saúde pública. Segundo o levantamento da entidade, que considerou os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, em 2016 (ano mais recente disponível), foram registrados 9.517 óbitos. O número é praticamente o dobro do identificado há 20 anos (4.846 casos, em 1997), representando em números absolutos o pico dessa série histórica.

Por Sociedade Brasileira de Pediatria | 21/03/19 - 14:03 | [Leia Mais] |

Abertas inscrições para premiação nacional e internacional de tecnologias sociais

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, considerado um dos principais do terceiro setor no País, chegou a sua décima edição.  As inscrições da premiação estarão abertas até o dia […]

Por FAO no Brasil | 14/03/19 - 16:03 | [Leia Mais] | 1 Comentário »

Pesquisa do IBGE mostra que 38,2% dos municípios brasileiros têm política de saneamento básico - Marcello Casal Jr / Arquivo Agência Brasil

Pesquisa acompanha oferta e qualidade de serviços de saneamento básico no país

A quarta edição da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), realizada pelo IBGE, está em campo durante os meses de janeiro, fevereiro e março nos 5.570 municípios do país. Com divulgação prevista para setembro deste ano, ela vai apresentar dados sobre a coleta, o tratamento e a distribuição de água, assim como o esgotamento sanitário, informações fundamentais para se medir a estrutura, a oferta e a qualidade desses serviços. Diferentemente da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que foi a campo ano passado, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e do Censo Demográfico, por exemplo, a PNSB não vai aos domicílios brasileiros, mas aos responsáveis pelos serviços de saneamento básico. Em regra, a prestação cabe aos municípios, que podem delegar o encargo a concessionárias, como a Cedae, no Rio de Janeiro, e a Sabesp, em São Paulo. O foco, portanto, é na oferta existente desses serviços.

Por Rodrigo Paradella | 14/03/19 - 16:03 | [Leia Mais] |