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Dossiê | Desenvolvimento Sustentável – Agenda 2030: onde estamos hoje?

Entre 10 e 19 de julho, o Fórum Político de Alto Nível sobre Desenvolvimento Sustentável se debruçará sobre o tema “erradicar a pobreza e promover a prosperidade num mundo em mudança”, na sede da Organização das Nações Unidas, em Nova Iorque. Em pauta, estarão os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), como os de parceria global, pobreza, fome, segurança alimentar, nutrição e agricultura sustentável, vida saudável e bem-estar, gênero, infraestrutura, industrialização e inovação e oceanos, mares e recursos marinhos. No dossiê a seguir, que Radis publica com exclusividade, o diretor do Centro de Relações Internacionais em Saúde (Cris) da Fundação Oswaldo Cruz, Paulo Buss, identifica “perspectivas sombrias” no caminho para se atingir esse conjunto de metas. Por exemplo, o fato de os 27 indicadores para os objetivos da Saúde não incluírem a dimensão da saúde pública, como vigilância sanitária e regulação.

Por Paulo Buss | 20/06/17 - 13:06 | [Leia Mais] |

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Atlas da Violência 2017 mapeia os homicídios no Brasil

O Brasil registrou, em 2015, 59.080 homicídios. Isso significa 28,9 mortes a cada 100 mil habitantes. Os números representam uma mudança de patamar nesse indicador em relação a 2005, quando ocorreram 48.136 homicídios. As informações estão no Atlas da Violência 2017, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP). O estudo analisa os números e as taxas de homicídio no país entre 2005 e 2015 e detalha os dados por regiões, Unidades da Federação e municípios com mais de 100 mil habitantes. Apenas 2% dos municípios brasileiros (111) respondiam, em 2015, por metade dos casos de homicídio no país, e 10% dos municípios (557) concentraram 76,5% do total de mortes. Os estados que apresentaram crescimento superior a 100% nas taxas de homicídio no período analisado estão localizados nas regiões Norte e Nordeste.

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 06/06/17 - 16:06 | [Leia Mais] |

Supremacia das DCNT acompanha o aumento da expectativa de vida / Imagem: Site do Ministério da Saúde

Novas análises aprofundam olhar sobre doenças crônicas e desigualdades sociais

Novas análises em torno de dados obtidos por inquéritos nacionais de saúde ganham suplemento da Revista de Saúde Pública da Universidade de São Paulo, aprofundando a compreensão sobre as doenças crônicas e sua relação com as desigualdades sociais no Brasil. As análises trazem aprofundamentos ou novos aspectos sobre as condições gerais de saúde da população brasileira, a partir de dois inquéritos: Pesquisa Nacional de Saúde (PNS 2013) e a Vigilância dos Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (VIGITEL). Para a pesquisadora Célia Landmann Szwarcwald, do Laboratório de Informação em Saúde (Lis/Icict), os artigos aprofundam a investigação em torno das iniquidades em saúde. “Dos 11 estudos realizados com os dados da PNS, três destacaram as desigualdades sociais na utilização dos serviços de saúde”, afirma. Dentre os dados divulgados pelos novos artigos, alguns tratam de observar os processos associados às doenças crônicas, como as diferenças sociais.

Por André Bezerra | 06/06/17 - 15:06 | [Leia Mais] |

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Asa Cristina Laurell encerra Colóquio Latino-Americano de Formação em Saúde Pública

Asa Cristina Laurell dividiu sua fala em alguns tópicos. Citou Mario Testa e os sanitaristas latino-americanos, além de falar da complexidade do campo da saúde; da trajetória da relação contraditória entre saúde pública e medicina social/saúde coletiva; das políticas e práticas institucionais; e da educação em saúde pública no âmbito da saúde coletiva. Segundo ela, Mario Testa afirmava que “os sanitaristas latino-americanos são o grupo de profissionais mais frustrados, porque sabem perfeitamente o que fazer e não são capazes de fazer”. Em seguida, apontou alguns esclarecimentos iniciais, por exemplo, a relação entre medicina social e processos socioeconômicos e as condições de saúde (doença) de classes ou grupos sociais específicos; e a relação direta da saúde coletiva com a construção do Sistema Único de Saúde (SUS). A sanitarista comentou, ainda, sobre a trajetória de uma relação contraditória entre saúde pública e medicina social/saúde coletiva.

Por Informe ENSP | 23/05/17 - 17:05 | [Leia Mais] |

Ceensp debaterá a construção da sociedade do trabalho no Brasil

Por Informe ENSP | 23/05/17 - 17:05 | [Leia Mais] |

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Internacionalização na formação e determinantes sociais da saúde pautam últimos painéis de Colóquio Latino-Americano

O último painel do I Colóquio Latino-Americano de formação em Saúde Pública e III Colóquio Brasil-Cuba de formação em Saúde Pública teve como tema Determinantes Sociais da Saúde e a Formação em Saúde Pública. Guilherme Albuquerque, do Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva (Nesc), da Universidade Federal do Paraná (UFPR), destacou que estar saudável é ter condições de desenvolver toda a potencialidade do gênero humano. “Que a gente mantenha a utopia e permanentemente denuncie essa ordem social que, em última instância, determina nossa doença e nossa falta de saúde. Embora reconheçamos as contribuições que ela trouxe, essa sociedade não tolera qualquer planejamento no sentido de atender à necessidade humana; é mão do mercado que tem que organizar tudo”, disse Guilherme. Para o professor, é importante que se avance sobre o conceito de Determinantes Sociais da Saúde (DSS).

Por * Talita Rodrigues | 20/05/17 - 13:05 | [Leia Mais] | 1 Comentário »

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Série de reportagens e documentário sobre o combate à AIDS no Amazonas são lançados em Manaus

Segundo o Boletim Epidemiológico de HIV e AIDS do Ministério da Saúde, o Amazonas registrou, em 2015, uma taxa de casos de AIDS de 31,2 por 100 mil habitantes. O Estado ficou atrás apenas do Rio Grande do Sul (34,7) e de Santa Catarina (31,9). A diferença é que, enquanto a tendência do número de casos nos dois estados da região Sul é de queda, no Amazonas a situação a inversa: há um crescimento de 50% entre 2006 e 2015. O coeficiente de mortalidade por complicações relacionadas à AIDS aumentou em 45%. Os dados, para Georgiana Braga-Orillard, diretora do UNAIDS no Brasil, evidenciam que ainda há vários desafios a serem superados na região para que os serviços de prevenção, testagem e tratamento alcancem todas as pessoas. “Muitas pessoas deixam de fazer o teste ou o tratamento antirretroviral em suas comunidades por medo do preconceito.

Por Jorge Salhani, com informações do UNAIDS | 11/05/17 - 12:05 | [Leia Mais] |