Posts marcados como " DSS "

O IBGE APOIANDO O COMBATE À COVID19

Neste canal, o IBGE reúne as iniciativas realizadas e as ações em desenvolvimento em relação a seus estudos e pesquisas para apoiar os esforços no combate à Covid-19. No novo […]

Por | 17/06/20 - 18:06 | [Leia Mais] |

Pandemia dificulta acesso de 28,6 milhões de pessoas ao mercado de trabalho em maio

Cerca de 17,7 milhões de pessoas não conseguiram procurar emprego na última semana de maio por causa da pandemia de Covid-19 ou por falta de oportunidade na região em que vivem. Nesse mesmo período, outros 10,9 milhões estavam desempregados e buscaram uma ocupação, mas não encontraram. Com isso, o país alcançou a marca de 28,6 milhões de pessoas que queriam um emprego, mas enfrentaram dificuldades para se inserir no mercado de trabalho, seja por falta de vagas ou receio de contrair o novo coronavírus.
Os dados são os primeiros resultados da PNAD COVID19, divulgada hoje (16) pelo IBGE. O levantamento é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal.

Por Adriana Saraiva e Alerrandre Barros - Agência IBGE Notícias | 17/06/20 - 12:06 | [Leia Mais] |

Regina Flauzino debate epidemiologia e vulnerabilidade racial e social

Ao abordar o cenário da pandemia, Regina Flauzino relacionou como as marcas históricas da escravidão do povo negro mantém sua expressão viva no preconceito e na desigualdade social, provocando mortes nesse momento de emergência sanitária. “São pessoas que vivem em lugares insalubres, que vivem nas favelas e comunidades, sem saneamento básico adequado e, em muitas situações, sem assistência à saúde adequada. Quando vem uma epidemia como essa, com vírus de transmissão respiratória, essas condições as tornam mais vulneráveis a essa doença, consequentemente vão ter mais casos, e se não tiver uma assistência voltada para elas, elas vão morrer mais” ressaltou Regina. A professora da UFF mostrou como a doença atinge os grupos mais vulneráveis da população, desde as comunidades em São Paulo e Rio até as populações ribeirinhas no norte do País, e indicou algumas soluções possíveis para reduzir este impacto.

Por Bruno C. Dias - Abrasco | 08/06/20 - 12:06 | [Leia Mais] |

Diferenças sociais: pretos e pardos morrem mais de COVID-19 do que brancos, segundo NT11 do NOIS

Em sua 11ª Nota Técnica (NT), o Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde (NOIS), liderado pelo Departamento de Engenharia Industrial do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio), analisou a variação da taxa de letalidade da COVID-19 no Brasil (número total de óbitos dividido pelo total de casos encerrados, ou seja: com alta ou óbito) conforme as variáveis demográficas e socioeconômicas da população. Idade, município do caso registrado, raça/cor, escolaridade, tipo de internação (enfermaria ou Unidade Terapia Intensiva – UTI) e o Índice de Desenvolvimento Humano Municipal (IDHM), utilizando valores obtidos pelo Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil (2010) para 5.565 municípios de ocorrência dos casos da COVID-19, foram os índices considerados no estudo.

Por Núcleo de Operações e Inteligência em Saúde (NOIS), liderado pelo Departamento de Engenharia Industrial do Centro Técnico Científico da PUC-Rio (CTC/PUC-Rio) | 28/05/20 - 13:05 | [Leia Mais] |

Vulnerabilidade a formas graves de COVID-19: uma análise intramunicipal na cidade do Rio de Janeiro, Brasil

Diante da pandemia de COVID-19 e da escassez de ferramentas para orientar as ações de vigilância, controle e assistência de pessoas infectadas, o presente artigo tem por objetivo evidenciar áreas de maior vulnerabilidade aos casos graves da doença na cidade do Rio de Janeiro, Brasil, caracterizada por grande heterogeneidade socioespacial. Para o estabelecimento dessas áreas foi elaborado um índice de vulnerabilidade aos casos graves de COVID-19 com base na construção, ponderação e integração de três planos de informação: a densidade intradomiciliar média, a densidade de pessoas com 60 anos ou mais (ambas por setor censitário) e a incidência de tuberculose por bairros no ano de 2018. Os dados referentes à densidade intradomiciliar e de pessoas com 60 anos ou mais provêm do Censo Demográfico de 2010 e os de incidência de tuberculose do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN).

Por Jefferson Pereira Caldas dos Santos, Alexandre San Pedro Siqueira, Heitor Levy Ferreira Praça, Hermano Gomes Albuquerque | 27/05/20 - 13:05 | [Leia Mais] | 2 Comentários »

Pandemia exacerba desigualdades na Saúde

Vivemos uma pandemia global sem precedente em nossa geração. Atravessamos uma tempestade sanitária, guiados por diretrizes ainda experimentais – extraídas de um conhecimento científico rudimentar, em construção – ao tempo em que tentamos conter a pulsão de morte dos que boicotam o isolamento social, com a propagação de notícias falsas que encorajam a população a ignorar recomendações sanitárias, e relutam em garantir os investimentos indispensáveis para fazer frente à pandemia. São tempos difíceis para os trabalhadores da Saúde. Estamos todos sob a mesma tempestade e participamos do mesmo esforço coletivo para não deixar a população à deriva. Mas não estamos no mesmo barco. A desigualdade social encontrada no Brasil é um terreno fértil para a disseminação da COVID-19, dificultando o isolamento social, restringindo acesso a insumos básicos para higiene e proteção, e dificultando a própria assistência aos serviços de Saúde.

Por Maria Cecília de Souza Minayo e Neyson Pinheiro Freire | 18/05/20 - 16:05 | [Leia Mais] |

Mais Médicos melhora indicadores em municípios vulneráveis

O Programa Mais Médicos fez com que, nos municípios mais vulneráveis do país, diminuíssem as internações por condições sensíveis à atenção primária (como insuficiência cardíaca, gastroenterite e asma). O cuidado pré-natal melhorou e a mortalidade na infância foi reduzida. O Programa também possibilitou a ampliação dos recursos para atenção à saúde, com a compra de equipamentos médicos para municípios vulneráveis, especialmente aparelhos de ultrassom e mamógrafos. Essas são algumas conclusões de um estudo realizado pelo Projeto Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde (Proadess). A equipe do projeto, coordenado pelo Instituto de Comunicação e Informação em Saúde (Icict/Fiocruz), analisou dados de 1.455 municípios de todo o Brasil. E concluiu que, no período entre 2013 e 2017, o Mais Médicos possibilitou a melhoria de vários indicadores de saúde nos municípios mais vulneráveis do país: aqueles que contam com mais de 20% de sua população abaixo da linha de pobreza.

Por Assessoria de Comunicação do Icict/Fiocruz | 18/05/20 - 15:05 | [Leia Mais] |