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Fiocruz apresenta estudos sobre os impactos imediatos do desastre em Brumadinhos

A Fiocruz divulgou, na terça-feira (5/2), um estudo que alerta para os impactos, causados à população, do desastre da mineradora Vale do Rio Doce em Brumadinho (MG). O estudo foi divulgado em um debate que contou com a presença dos pesquisadores responsáveis pelo trabalho. Entre os riscos estão a possibilidade de surtos de enfermidades, mudanças no bioma e agravamento de problemas crônicos de saúde, como hipertensão, diabetes e doenças mentais. A diretora da Fiocruz Minas, Zélia Profeta, enviou uma mensagem de áudio aos participantes do evento em que disse que “é fundamental fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) para enfrentar essas situações”. Para o pesquisador do Observatório Nacional de Clima e Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), Diego Xavier, desastres como o de Brumadinho podem ter efeitos que se estenderão por centenas de quilômetros do lugar de origem.

Por Ricardo Valverde | 08/02/19 - 14:02 | [Leia Mais] |

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Como e Por que as Desigualdades Fazem Mal à Saúde

Aliando praticidade a novos formatos literários, a Editora Fiocruz lançou seu segundo e-book interativo: Como e Por Que as Desigualdades Sociais Fazem Mal à Saúde. O livro de autoria de Rita Barradas Barata, que teve sua primeira edição impressa em 2009, apresenta breves considerações teóricas sobre a temática das desigualdades sociais em saúde, apontando correntes e tendências existentes na pesquisa epidemiológica sobre o assunto. A nova versão interativa, com edição de conteúdo de Maria Fernanda Marques Fernandes, Phelipe Gasiglia e Vanessa Freitas, diferentemente da mera transformação de impresso para digital, aproveita as possibilidades do meio virtual e se utiliza de vídeos, áudios, galerias de fotos, infográficos e outros recursos que ora complementam, ora substituem partes do texto original, criando um novo formato de interação com o livro. “O objetivo foi criar um produto realmente diferenciado e atraente, para que mais pessoas pudessem se sentir interessadas pela leitura”, explica o diretor-executivo da Editora Fiocruz, João Canossa.

Por Erika Farias* | 01/02/19 - 14:02 | [Leia Mais] |

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Especialistas discutem novos indicadores para pesquisas de saúde do IBGE

O IBGE, o Ministério da Saúde e a Universidade Federal de Minas Gerais organizaram o I Seminário Internacional de Inquéritos Populacionais de Saúde, no Rio de Janeiro, entre os dias 12 e 14 de dezembro. Cerca de 50 especialistas de institutos de pesquisa e de universidades nacionais e estrangeiras foram convidados para discutir novos indicadores para a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) e a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), que vão a campo no ano que vem e com divulgação prevista para 2020. Para as próximas edições dessas pesquisas, o IBGE planeja ampliar os indicadores e abordar temas como violência contra mulheres e menores de idade, além da saúde reprodutiva, do idoso e do deficiente. As últimas edições da PNS e da PeNSE, divulgadas, respectivamente, em 2013 e 2015, trouxeram dados sobre hipertensão, diabetes, sedentarismo, tabagismo, uso nocivo de álcool e saúde da mulher.

Por João Neto | 18/12/18 - 18:12 | [Leia Mais] |

Pobreza aumenta e atinge 54,8 milhões de pessoas em 2017

O país tinha 54,8 milhões de pessoas que viviam com menos de R$ 406 por mês em 2017, dois milhões a mais que em 2016. Isso significa que a proporção […]

Por Pedro Renaux | 06/12/18 - 15:12 | [Leia Mais] |

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Síntese de Indicadores Sociais: indicadores apontam aumento da pobreza entre 2016 e 2017

A Síntese de Indicadores Sociais (SIS) analisou o tema pobreza utilizando diferentes medidas que mostram o aumento da pobreza entre 2016 e 2017. Segundo a linha de pobreza proposta pelo Banco Mundial (rendimento de até US$ 5,5 por dia, ou R$ 406 por mês), a proporção de pessoas pobres no Brasil era de 25,7% da população em 2016 e subiu para 26,5%, em 2017. Em números absolutos, esse contingente variou de 52,8 milhões para 54,8 milhões de pessoas, no período. Nessa mesma análise, a proporção de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos que viviam rendimentos de até US$ 5,5 por dia passou de 42,9% para 43,4%, no mesmo período. Já o contingente de pessoas com renda inferior a US$ 1,90 por dia (R$ 140 por mês), que estariam na extrema pobreza de acordo com a linha proposta pelo Banco Mundial, representava 6,6% da população do país em 2016, contra 7,4% em 2017.

Por Agência IBGE Notícias | 06/12/18 - 15:12 | [Leia Mais] |

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Jaime Breilh: “Os determinantes sociais produzem conhecimento sobre relações que expõem a profunda desigualdade que existe na saúde”

Em visita ao Brasil, o renomado médico e pesquisador equatoriano participou do Seminário de Celebração dos 30 anos do SUS.
O tema da mesa redonda foi: “Emergências de saúde, indicadores de saúde e doenças reemergentes: os determinantes sociais da saúde 30 anos depois”. Da mesma também participaram Eduardo Hage, especialista em Vigilância em Saúde do Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (ISAGS), Rivaldo Venâncio, coordenador dos Laboratórios de Vigilância e Referência em Saúde da Fiocruz e a mediação de Alexandre Pessoa, da EPSJV / Fiocruz. Depois de dar sua palestra e abordar todas as preocupações do público, Jaime reservou tempo para responder a algumas das perguntas da Saúde ao Sul.

Por Daniel Salman | 04/12/18 - 11:12 | [Leia Mais] |

População vulnerável submetida a ondas do calor cresceu em todo mundo

A elevação da temperatura global aumentou a exposição de populações vulneráveis a ondas de calor extremo em todas as regiões do mundo no ano passado. A informação consta de estudo sobre os efeitos das mudanças climáticas sobre a saúde feito por especialistas de 27 instituições internacionais em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e divulgado na revista médica “The Lancet”. De acordo com o estudo, são consideradas populações vulneráveis os idosos, principalmente em áreas urbanas; os profissionais que trabalham expostos na agricultura, na área de construção e trabalhadores manuais. Também apresentam maior vulnerabilidade às variações climáticas pessoas que tem condições médicas pré-existentes, como doenças neurológicas, cardiovasculares, pulmonares renais e diabetes.

Por Débora Brito | 28/11/18 - 22:11 | [Leia Mais] |