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Contextos não saudáveis

A saúde é resultado de determinantes sociais que são as condições sociais em que as pessoas e os grupos vivem e trabalham, segundo orienta a Organização Mundial da Saúde (OMS). De acordo com a organização, sociedades saudáveis decorrem de ambientes saudáveis e são definidas a partir do tamanho do fosso que separa ricos e pobres. Os delegados que participaram da 16ª. Conferência Nacional de Saúde, realizada em Brasília no mês de agosto, basearam boa parte das resoluções presentes no documento final nos determinantes sociais, da saúde. Questões como propriedade da terra, água, saneamento, moradia digna, educação, escolaridade, trabalho, alimentação, renda, cultura, gênero e meio ambiente apareceram como essenciais para melhorar as condições de vida das pessoas e populações.
Dentre as 329 propostas aprovadas, duas delas fazem referência literal aos determinantes. A primeira, presente no eixo transversal “Saúde e Democracia”, trata da necessidade de “combater o racismo estrutural e institucional, reconhecendo as desigualdades étnico-raciais como determinantes sociais das condições de saúde, com vistas à promoção da equidade em saúde”.

Por Liseane Morosini | 01/11/19 - 17:11 | [Leia Mais] |

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Para além da cobertura universal, a ‘saúde universal’: garantia de acesso e melhoria das condições de vida

Saúde universal implica tanto a cobertura quanto o acesso das pessoas aos serviços. O sistema de saúde brasileiro vai nessa direção. No entanto, ainda há um conjunto de barreiras, geográficas, raciais, de gênero, que precisam ser removidas. A análise é do coordenador do Centro de Relações Internacionais em Saúde (CRIS/Fiocruz), Paulo Buss, ao blog do CEE-Fiocruz. Paulo Buss avalia as conquistas alcançadas na Atenção Primária no Brasil e, em nível global, os avanços do conceito de cobertura universal, em direção à proposta de saúde universal, inspirada na Declaração de Alma-Ata.“É importante garantir a universalidade, a integralidade e a igualdade no sistema de saúde, junto de uma abordagem que consiga estabelecer uma série de ações para melhorar as condições de vida, os chamados determinantes sociais, econômicos e ambientais da saúde”, considera. Ele argumenta sobre a importância da cobertura universal na garantia de que todas às pessoas tenham acesso a um sistema de saúde de qualidade, integral, que vá tanto da assistência individual, quanto à assistência coletiva.

Por CEE-FIOCRUZ | 01/11/19 - 17:11 | [Leia Mais] |

Bem-estar para todos na agenda da Saúde das Américas – por Paulo Buss e Luiz Galvão

Até 2030, as Américas têm como objetivo “alcançar o mais alto padrão possível de saúde, com equidade e bem-estar para todas as pessoas ao longo do ciclo de vida”, indica […]

Por *Paulo Buss e Luiz Augusto Galvão | 01/11/19 - 17:11 | [Leia Mais] |

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OMS realiza “encontro estratégico” sobre DSS

O Relatório da Comissão Global sobre DSS (2008) e a Declaração Política do Rio (2011) assinalaram a importância fundamental da ação sobre os Determinantes Sociais da Saúde para reduzir as iniquidades em saúde. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas ressaltou igualmente a relevância da abordagem dos DSS para a consecução de seu objetivo principal: “ninguém será deixado para trás”. Desde 2018, verifica-se um compromisso renovado da OMS com a ação sobre os DSS, incluindo os determinantes sociais mais amplos que incidem sobre a equidade em saúde, que se reflete no 13⁰ Programa de Trabalho 2019-2023. Recentemente, foi criado um novo Departamento de Determinantes Sociais da Saúde que deverá liderar esse esforço, oferecendo oportunidade de fortalecer a narrativa global sobre DSS e redefinir o escopo das atividades da OMS nesta área. O encontro reuniu mais de 50 especialistas internacionais da área governamental e da academia, além de mais de 40 técnicos da OMS que vêm trabalhando sobre DSS e temas relacionados, para discutir prioridades para o trabalho futuro da OMS na área.

Por Equipe Editorial do Portal DSS Brasil | 18/10/19 - 16:10 | [Leia Mais] |

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Centro de Estudos debate teorias contemporâneas e determinantes sociais da saúde

A próxima edição do Centro de Estudos da ENSP Miguel Murat de Vasconcellos debaterá Transformações contemporâneas, teoria social, e determinantes sociais da saúde. O Ceensp será coordenado pela pesquisadora da ENSP, Patrícia Tavares Ribeiro, coordenadora Centro de Estudos, Políticas e Informação sobre Determinantes Sociais da Saúde (Cepi-DSS/ENSP) e contará com a participação da pesquisadora da Universidade de São Paulo (USP), Aurea Maria Zölner Ianni. O pesquisador da ENSP, Nilson do Rosário Costa, será o debatedor do Ceensp, que está marcado para a próxima quarta-feira, 11 de setembro, a partir das 13h30. A atividade é aberta aos interessados. Os trabalhos recentes da pesquisadora Aurea Maria Zölner Ianni, em especial o livro ‘Mudanças Sociais Contemporâneas e Saúde: Estudo Sobre Teoria Social e Saúde Pública no Brasil’, propõem um olhar renovado sobre a relação saúde e sociedade e a contribuição das ciências sociais para a compreensão dos processos de adoecimento e dos determinantes sociais da saúde nas sociedades hipercomplexas contemporâneas.

Por Informe Ensp | 04/09/19 - 12:09 | [Leia Mais] |

Pesquisa do IBGE mostra que 38,2% dos municípios brasileiros têm política de saneamento básico - Marcello Casal Jr / Arquivo Agência Brasil

Seminário debaterá saúde e saneamento na Agenda 2030

Saúde e saneamento estão intimamente ligados. Sociedades saudáveis passam por ambientes saudáveis. Estima-se que a cada R$1 gasto em saneamento, R$4 sejam economizados em saúde. Os dois temas estão presentes nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) 3 e 6 e serão foco de um evento na Fiocruz no início do próximo ano. Uma reunião para discutir a organização do Seminário Nacional de Saneamento, Saúde e Direitos Humanos na Agenda 2030 foi realizada no Salão Internacional da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp/Fiocruz), na última terça-feira (20/8), com a presença de representantes de diversas instituições nacionais e internacionais e órgãos do governo. O evento representa uma soma de forças institucionais para responder a uma grave ameaça à saúde pública. Na reunião, foram apresentados dados sobre a Agenda 2030, a situação de água e saneamento na América Latina e a atuação das instituições presentes sobre o tema.

Por Julia Dias | 29/08/19 - 16:08 | [Leia Mais] |

Pesquisa revela dados sobre o consumo de drogas no Brasil

Entre maio e outubro de 2015, pesquisadores entrevistaram cerca de 17 mil pessoas com idades entre 12 e 65 anos, em todo o Brasil, com o objetivo de estimar e avaliar os parâmetros epidemiológicos do uso de drogas. O 3° Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira foi coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e contou com a parceria de várias outras instituições, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto Nacional de Câncer (Inca) e a Universidade de Princeton, nos EUA.
A divulgação da pesquisa científica destinada à realização do 3° Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira é o primeiro resultado de entendimentos iniciais entre a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) do Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Fiocruz, no âmbito da Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Pública Federal, órgão da Advocacia-Geral da União.

Por Fundação Oswaldo Cruz | 15/08/19 - 15:08 | [Leia Mais] |