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Projeto foca Itaboraí como objeto de estudo sobre vulnerabilidade social e DSS/ Imagem: Google

Projeto desenvolve metodologia de monitoramento de situação de saúde em Itaboraí

Um projeto do pesquisador Pedro Alves Filho realizado na Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca através do Centro de Estudos Políticas e Informação sobre Determinantes Sociais da Saúde, sob a coordenação da pesquisadora Patrícia Tavares Ribeiro, está desenvolvendo uma metodologia inovadora. Esta é focada no estudo da vulnerabilidade social e seus reflexos sobre a saúde da população dos municípios localizados no entorno do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). O trabalho consiste em um estudo de campo e na análise dos quadros de vulnerabilidade social baseada em dados de órgãos oficiais, como no caso do IBGE, que informam renda, escolaridade e local de moradia e permitem a geração de uma base de informações sobre condições sociais e agravos em saúde.

Por Jaqueline Pimentel | 30/10/14 - 16:10 | [Leia Mais] |

Debate sobre Determinantes Sociais, em novembro, na ENSP

No dia 12 de novembro, entre 13h30 e 17h a Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca e o Centro de Estudos Políticas e Informação sobre Determinantes Sociais da Saúde […]

Por Equipe Editorial do Portal DSS Brasil | 30/10/14 - 15:10 | [Leia Mais] |

Projetos socioeducativos na Inglaterra para redução de desigualdades sociais

Indivíduos com pouca escolaridade e carentes de competências e habilidades específicas para o trabalho estão à margem da sociedade e têm oportunidades de vida reduzidas. São aqueles que se encontram na base do gradiente social e, portanto, são os mais vulneráveis. A falta de políticas socioeducativas, baseadas nos princípios da igualdade de oportunidades educacionais e de inclusão social, não tem prevenido a ocorrência de desigualdades na vida adulta, aumentando a distância entre os extremos do gradiente social. Dar a cada criança e sua família o melhor começo possível na vida, inclusive (e principalmente) em termos educacionais, é fundamental para reduzir as desigualdades em saúde em todo seu curso da vida. O HIPPY (Home Instruction Program for Preschool Youngsters), é um dos programas citados no relatório ‘Tackling Priority Public Health Conditions through the Social Determinants of Health’ do Institute of Health Equity. Seu princípio preconiza o estímulo às interações positivas entre pais e filhos, condição que desempenharia um papel fundamental na aprendizagem das crianças, aumentando significativamente o seu potencial.

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore - correspondentes do portal DSS Brasil na Inglaterra | 23/10/14 - 02:10 | [Leia Mais] |

Denise Barros/ Foto: Informe ENSP

Série sobre agrotóxicos (4): Nutrição e agrotóxicos. O que levamos para nossa mesa?

Série sobre agrotóxicos fala hoje sobre a relação entre os pesticidas e aquilo que vai para a mesa dos brasileiros. Denise Barros, nutricionista e pesquisadora da ENSP, explica os danos que os agroquímicos podem trazer aos alimentos e consequentemente à saúde de quem os consome. Além disso aborda a importância do incentivo a alternativas saudáveis de produção agrícola, a exemplo da produção dos orgânicos. “A agricultura familiar tem sido muito estimulada pelo importante papel na economia do país, revaloriza a vida social do campo e do trabalho rural. Ela melhora a renda e consequentemente a alimentação e o acesso a bens e serviços. Somado a isso a agricultura familiar é menos mecanizada e mais humanizada permitindo o uso de recursos naturais no controle das pragas e da nutrição das terras para plantio, resultando em colheitas de alimentos mais saudáveis e livres de agrotóxicos”, destaca ela.

Entrevista com Denise Barros, concedida à Jaqueline Pimentel | 17/10/14 - 13:10 | [Leia Mais] |

Áudio traz entrevista gravada, na íntegra.

Série sobre agrotóxicos (3): A regulação, fiscalização e normatização do uso de agrotóxicos no Brasil

Pesquisador do CESTEH/ENSP/Fiocruz fala sobre a regulação, a fiscalização e a análise técnica sobre os agrotóxicos. Como funciona o registro no Brasil e quais são as diferenças no processo de análise dos compostos e sua aprovação em outros países? “Quando falamos no uso e comércio de agrotóxicos, esse papel de fiscalização passa a ser feito pelos governos estaduais. Pode ser feito pelas secretarias de Agricultura, Saúde ou Meio Ambiente. Está em um desses órgãos ou os três fazem. Tem uma variabilidade muito grande em relação à como eles atuam no nível estadual que é fiscalizar o uso. Se estão utilizando os equipamentos de proteção, se o rótulo está de acordo com o que foi aprovado nos órgãos de registros”, explica o pesquisador. Criação da Agência Nacional de Agroquímicos e Fitossanitários, a hipótese de reavaliação dos compostos e ainda a infraestrutura e o suporte técnico necessários para viabilizar a regulação de maneira correta foram questões levantadas durante a entrevista concedida ao portal.

Entrevista com Luiz Cláudio Meirelles, concedida à Jaqueline Pimentel | 10/10/14 - 12:10 | [Leia Mais] |

Como contextualizar as desigualdades sociais para estudantes de graduação na área da saúde?

Faz muito tempo que as diferenças nas condições de vida e saúde são evidenciadas entre grupos populacionais distintos. Por isso, não é mais aceitável que nos dias de hoje tenhamos profissionais da área de saúde, sejam médicos, cirurgiões-dentistas, enfermeiros ou nutricionistas, que desconheçam e não tenham discutido (em algum momento de sua formação) aspectos relacionados à desigualdade social, equidade e vulnerabilidade. Principalmente, é inconcebível que não tenham consciência sobre questões relacionadas às desigualdades sociais em saúde, que são persistentes e possuem uma grande magnitude no cenário brasileiro. No Brasil, as atividades extramuros de alguns cursos superiores na área da saúde têm essa proposta, cujo objetivo fundamental é favorecer o contato dos alunos com as dimensões estruturais dos serviços públicos de saúde, além da sua participação no atendimento à população, a melhor compreensão da aplicação das políticas de saúde in situ, o reconhecimento do seu papel enquanto profissional e, principalmente, a familiarização com o contexto social no qual futuramente irá trabalhar.

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore | 03/10/14 - 22:10 | [Leia Mais] |

Violência: ‘quanto maior a coesão, menor a coerção’

A imagem do adolescente negro, nu, preso com uma trava de bicicleta a um poste em um bairro da Zona Sul carioca, custa a sair da memória. O episódio ocorreu […]

Entrevista com Maria Cecília de Souza Minayo por Revista Radis | 30/09/14 - 16:09 | [Leia Mais] |