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Armas

Em 20 anos, armas de fogo mataram 145 mil jovens no Brasil, aponta SBP

No Brasil, a cada 60 minutos uma criança ou adolescente morre em decorrência de ferimentos por arma de fogo. Nas últimas duas décadas, mais de 145 mil jovens, com idades entre zero e 19 anos, faleceram em consequência de disparos, acidentais ou intencionais, como em casos de homicídio ou suicídio. Os números fazem parte de um levantamento elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) com o objetivo de ajudar a entender esse problema que atinge proporções endêmicas e com implicações nos indicadores de saúde pública. Segundo o levantamento da entidade, que considerou os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, em 2016 (ano mais recente disponível), foram registrados 9.517 óbitos. O número é praticamente o dobro do identificado há 20 anos (4.846 casos, em 1997), representando em números absolutos o pico dessa série histórica.

Por Sociedade Brasileira de Pediatria | 21/03/19 - 14:03 | [Leia Mais] |

Abertas inscrições para premiação nacional e internacional de tecnologias sociais

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, considerado um dos principais do terceiro setor no País, chegou a sua décima edição.  As inscrições da premiação estarão abertas até o dia […]

Por FAO no Brasil | 14/03/19 - 16:03 | [Leia Mais] |

Pesquisa do IBGE mostra que 38,2% dos municípios brasileiros têm política de saneamento básico - Marcello Casal Jr / Arquivo Agência Brasil

Pesquisa acompanha oferta e qualidade de serviços de saneamento básico no país

A quarta edição da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), realizada pelo IBGE, está em campo durante os meses de janeiro, fevereiro e março nos 5.570 municípios do país. Com divulgação prevista para setembro deste ano, ela vai apresentar dados sobre a coleta, o tratamento e a distribuição de água, assim como o esgotamento sanitário, informações fundamentais para se medir a estrutura, a oferta e a qualidade desses serviços. Diferentemente da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que foi a campo ano passado, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e do Censo Demográfico, por exemplo, a PNSB não vai aos domicílios brasileiros, mas aos responsáveis pelos serviços de saneamento básico. Em regra, a prestação cabe aos municípios, que podem delegar o encargo a concessionárias, como a Cedae, no Rio de Janeiro, e a Sabesp, em São Paulo. O foco, portanto, é na oferta existente desses serviços.

Por Rodrigo Paradella | 14/03/19 - 16:03 | [Leia Mais] |

Sem título

“Precisamos olhar a interface gênero, classe e raça para apurar as políticas públicas”

Doutor em Sociologia (Unesp), integrante do GT Racismo e Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), líder dos grupos de pesquisa “Saúde da População Negra e Indígena” (Instituto de Saúde) e “Educação, Territórios Negros e Saúde” (UFSCar), Luís Eduardo Batista é o entrevistado do mês de fevereiro do Observatório de Análise Política em Saúde (OAPS). O pesquisador coordenou a área técnica Saúde da População Negra da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo durante oito anos e desenvolve estudos sobre temas como impactos do racismo na saúde e desigualdades raciais e saúde. Em conversa com nossa equipe, Luís Eduardo fala sobre a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, avanços e fragilidades da inclusão do debate sobre racismo e saúde nos eixos ensino-pesquisa-extensão, o acirramento dos ataques às políticas afirmativas e as perspectivas de defesa das políticas voltadas para redução de iniquidades.

Por Inês Costal e Patrícia Conceição | 25/02/19 - 13:02 | [Leia Mais] |

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Atualização em Monitoramento e Avaliação do Sistema de Saúde: inscrições abertas

O Icict está oferecendo, para profissionais de nível superior do Ministério da Saúde e das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde que atuam nas áreas de planejamento, monitoramento e avaliação do SUS, o curso de atualização em Monitoramento e Avaliação do Sistema de Saúde (segundo a Metodologia do PROADESS – Projeto de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde). O curso dispõe de 20 vagas e tem por objetivo “familiarizar os gestores com o modelo conceitual de avaliação do sistema de saúde utilizado no PROADESS e incentivar a capacitação do planejamento e gestão dos serviços de saúde considerando os princípios de universalização, equidade, integralidade, descentralização e participação popular do SUS”. Além disso, o curso quer aprimorar as ferramentas do PROADESS para subsidiar a gestão, a partir da troca de experiências dos gestores.

Por Graça Portela | 20/02/19 - 15:02 | [Leia Mais] |

Violência e saúde: jovens são os mais atingidos pela falta de segurança

O Seminário Internacional Contribuições da abordagem da Saúde Pública para a preservação da violência: diálogos entre Brasil e Reino Unido reuniu pesquisadores das áreas da Saúde e Segurança para discutir estratégias de prevenção da violência com base em conceitos globais, políticas públicas e setoriais. Promovido pelo Centro Latino-Americano de Estudos da Violência e Saúde Jorge Careli, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Claves/ENSP/Fiocruz), em parceria com o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), o evento contou com a participação da pesquisadora do Claves, Kathie Njaine, do professor da Universidade de Abertay, William Graham, e do professor da Universidade de Dundee, Fernando Fernandes. A pesquisadora do IOC, Fátima Cecchetto, atentou para dados que comprovam serem os jovens os maiores atingidos pela falta de segurança.

Por Edigley Duarte da Costa e Mariane Souza de Freitas* | 19/02/19 - 16:02 | [Leia Mais] |

Sem título

Fiocruz apresenta estudos sobre os impactos imediatos do desastre em Brumadinhos

A Fiocruz divulgou, na terça-feira (5/2), um estudo que alerta para os impactos, causados à população, do desastre da mineradora Vale do Rio Doce em Brumadinho (MG). O estudo foi divulgado em um debate que contou com a presença dos pesquisadores responsáveis pelo trabalho. Entre os riscos estão a possibilidade de surtos de enfermidades, mudanças no bioma e agravamento de problemas crônicos de saúde, como hipertensão, diabetes e doenças mentais. A diretora da Fiocruz Minas, Zélia Profeta, enviou uma mensagem de áudio aos participantes do evento em que disse que “é fundamental fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) para enfrentar essas situações”. Para o pesquisador do Observatório Nacional de Clima e Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), Diego Xavier, desastres como o de Brumadinho podem ter efeitos que se estenderão por centenas de quilômetros do lugar de origem.

Por Ricardo Valverde | 08/02/19 - 14:02 | [Leia Mais] |