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1º Seminário Internacional das RedesFito: Inovação e Biodiversidade na Perspectiva da Sustentabilidade

O Sistema Nacional de Redes para a Inovação em Medicamentos da Biodiversidade- RedesFito realizará, em outubro o “1° Seminário Internacional das RedesFito: Inovação e Biodiversidade na Perspectiva da Sustentabilidade”. O […]

Por Equipe Editorial do Portal DSS Brasil | 25/08/16 - 16:08 | [Leia Mais] |

Armas

Violência: Número de homicídios por armas de fogo dobra no Nordeste em dez anos

Dados do Mapa da Violência mostram que, enquanto a taxa de homicídios por armas de fogo na Região Sudeste caiu 41,4% entre 2004 e 2014, na Região Nordeste o índice dobrou. Segundo o estudo, o crescimento do índice na maior parte dos estados do Nordeste, em um curto período, aconteceu porque os governos tiveram que enfrentar uma pandemia de violência para a qual estavam “pouco e mal preparados”.
O Mapa da Violência compõe uma série de estudos realizados pelo pesquisador Julio Jacobo Waiselfisz, desde 1998, tendo como temática a violência no Brasil. Waiselfisz é vinculado à Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso), organismo internacional e intergovernamental autônomo, fundado em 1957 pelos estados latino-americanos, a partir de uma proposta da Unesco, órgão da Organização das Nações Unidas (ONU) para a Educação, a Ciência e a Cultura.

Por Aline Leal – Agência Brasil | 25/08/16 - 14:08 | [Leia Mais] |

Ceensp debateu propostas de vigilância em saúde de base popular

As bases para uma vigilância popular em saúde estão na Reforma Sanitária, movimento que na década de 1980 criou o SUS e garante, na constituição, o direito universal à saúde. Mas, de acordo com os pesquisadores do campo, o modelo tradicional de vigilância, que tem como foco o controle de doenças, é o que prevalece no cotidiano da maioria da população brasileira. Trazendo três visões diferentes sobre a participação popular nos processos de vigilância, o Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcellos (Ceensp) debateu o tema, no dia 20 de julho. Coordenado pelo pesquisador Gil Sevalho, da ENSP, a mesa contou com Paulo Sabroza e Marcelo Firpo, também da Escola, como palestrantes. Primeiro a falar, Paulo Sabroza apresentou o que chama de vigilância de base territorial. O pesquisador começou sua explanação traçando um breve histórico da vigilância em saúde no Brasil que, em seu modelo tradicional, nasce antes do SUS e, de certa forma, nunca foi totalmente integrada ao sistema.

Por Informe ENSP | 17/08/16 - 13:08 | [Leia Mais] |

objetivos

ODSs e políticas intersetoriais: a saúde como caminho para reflexão

Um dos grandes desafios dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs) será encontrar novas métricas para se medir o desenvolvimento que substituam o PIB. É fato que a abordagem de crescimento centrada no aumento do PIB trouxe sérios problemas ao planeta e às pessoas nos últimos 50 anos. Adotar os ODS significará incorporar questões sociais e ambientais como centrais ao desenvolvimento, construindo, no campo das políticas públicas, um olhar criativo, intersetorial, para que se desvendem sinergias entre diferentes setores.
A saúde é um campo fértil para tal reflexão. Tema de políticas próprias e de um ODS específico (nº 3), a saúde e o bem-estar são, em grande medida, resultado de uma série de outras políticas setoriais, como por exemplo as relativas a saneamento, pobreza, educação e consumo, entre muitas outras cuja vinculação com a saúde nem sempre é considerada em sua formulação ou na expectativa de resultados.

Por Erica Kastrup - Centro de Estudos Estratégicos Fiocruz | 08/08/16 - 14:08 | [Leia Mais] |

crack

O crack sob uma perspectiva de saúde pública

Com o prêmio de Melhor Curta Metragem pelo Júri Popular do REcine 2015 – Festival Internacional de Cinema de Arquivo (18/12), o documentário defende a tese de que em uma sociedade de dependentes, como a que vivemos, questões como a redução de danos, internação compulsória e regulação das drogas precisam passar por uma grande revisão social e institucional. A proposta partiu de Felipe Crepker Vieira, em parceria com Rubens Passaro.
“O filme se propõe a uma tarefa complicada desde o início: rever o senso comum, apresentar alternativas e apontar inconsistências ao que se pensa sobre o consumo do crack”, explica Felipe. “A coragem e a naturalidade das personagens ao falarem sobre o assunto trouxeram grande potência ao documentário”, observa Rubem César. Crack, repensar segue sendo exibido em festivais nacionais e internacionais como Entre Todos, Tlanchana Fest (México), 3º Festival Internacional Cine por los Derechos Humanos (Bogotá/Colômbia), World Festival of Emerging Cinema (Trinidad e Tobago), Festival Path de documentários (São Paulo/SP) e diversos outros.

Por CEE Fiocruz | 27/07/16 - 16:07 | [Leia Mais] |

Menos desigualdade e mais sustentabilidade

Em um documento de 175 páginas, a Cepal lançou em maio suas propostas de desenvolvimento para a próxima década dirigidas aos países da América Latina e do Caribe. Grosso modo, […]

Por Região e Redes | 27/07/16 - 16:07 | [Leia Mais] |

radis

Revista ‘Radis’ de julho traz debate sobre a cultura do estupro

A revista Radis de julho traz, em sua reportagem de capa, um tema urgente: a necessidade de se debater e combater a cultura do estupro em nossa sociedade. O assunto veio à tona com a notícia do estupro coletivo de uma jovem no Rio de Janeiro em maio. Além da reportagem, que aborda a forma como o sistema de saúde recebe e cuida das vítimas de estupro, a revista traz uma entrevista com a antropóloga Lia Zanotta Machado, da Universidade de Brasília (UNB), mostrando que a desigualdade entre os gêneros e a ideia secular de que o homem é dono da mulher estão na origem de uma cultura que banaliza o estupro. Impulsionada pela barbárie dos estupros coletivos denunciados e noticiados no mês de maio, uma vigorosa reação das mulheres, notadamente jovens feministas, coloca o dedo na chaga do machismo e das leis — as atuais, que desprotegem as mulheres, e aquelas em tramitação, ainda mais retrógradas. É grave a percepção de que há, na sociedade, uma cultura do estupro, que, implicitamente, acoberta a violência contra mulheres e culpabiliza as vítimas, diz o texto.

Por Vilma Reis - Abrasco | 20/07/16 - 14:07 | [Leia Mais] |