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Especialistas discutem novos indicadores para pesquisas de saúde do IBGE

O IBGE, o Ministério da Saúde e a Universidade Federal de Minas Gerais organizaram o I Seminário Internacional de Inquéritos Populacionais de Saúde, no Rio de Janeiro, entre os dias 12 e 14 de dezembro. Cerca de 50 especialistas de institutos de pesquisa e de universidades nacionais e estrangeiras foram convidados para discutir novos indicadores para a Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) e a Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSE), que vão a campo no ano que vem e com divulgação prevista para 2020. Para as próximas edições dessas pesquisas, o IBGE planeja ampliar os indicadores e abordar temas como violência contra mulheres e menores de idade, além da saúde reprodutiva, do idoso e do deficiente. As últimas edições da PNS e da PeNSE, divulgadas, respectivamente, em 2013 e 2015, trouxeram dados sobre hipertensão, diabetes, sedentarismo, tabagismo, uso nocivo de álcool e saúde da mulher.

Por João Neto | 18/12/18 - 18:12 | [Leia Mais] |

Pobreza aumenta e atinge 54,8 milhões de pessoas em 2017

O país tinha 54,8 milhões de pessoas que viviam com menos de R$ 406 por mês em 2017, dois milhões a mais que em 2016. Isso significa que a proporção […]

Por Pedro Renaux | 06/12/18 - 15:12 | [Leia Mais] |

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Síntese de Indicadores Sociais: indicadores apontam aumento da pobreza entre 2016 e 2017

A Síntese de Indicadores Sociais (SIS) analisou o tema pobreza utilizando diferentes medidas que mostram o aumento da pobreza entre 2016 e 2017. Segundo a linha de pobreza proposta pelo Banco Mundial (rendimento de até US$ 5,5 por dia, ou R$ 406 por mês), a proporção de pessoas pobres no Brasil era de 25,7% da população em 2016 e subiu para 26,5%, em 2017. Em números absolutos, esse contingente variou de 52,8 milhões para 54,8 milhões de pessoas, no período. Nessa mesma análise, a proporção de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos que viviam rendimentos de até US$ 5,5 por dia passou de 42,9% para 43,4%, no mesmo período. Já o contingente de pessoas com renda inferior a US$ 1,90 por dia (R$ 140 por mês), que estariam na extrema pobreza de acordo com a linha proposta pelo Banco Mundial, representava 6,6% da população do país em 2016, contra 7,4% em 2017.

Por Agência IBGE Notícias | 06/12/18 - 15:12 | [Leia Mais] |

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Jaime Breilh: “Os determinantes sociais produzem conhecimento sobre relações que expõem a profunda desigualdade que existe na saúde”

Em visita ao Brasil, o renomado médico e pesquisador equatoriano participou do Seminário de Celebração dos 30 anos do SUS.
O tema da mesa redonda foi: “Emergências de saúde, indicadores de saúde e doenças reemergentes: os determinantes sociais da saúde 30 anos depois”. Da mesma também participaram Eduardo Hage, especialista em Vigilância em Saúde do Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (ISAGS), Rivaldo Venâncio, coordenador dos Laboratórios de Vigilância e Referência em Saúde da Fiocruz e a mediação de Alexandre Pessoa, da EPSJV / Fiocruz. Depois de dar sua palestra e abordar todas as preocupações do público, Jaime reservou tempo para responder a algumas das perguntas da Saúde ao Sul.

Por Daniel Salman | 04/12/18 - 11:12 | [Leia Mais] |

População vulnerável submetida a ondas do calor cresceu em todo mundo

A elevação da temperatura global aumentou a exposição de populações vulneráveis a ondas de calor extremo em todas as regiões do mundo no ano passado. A informação consta de estudo sobre os efeitos das mudanças climáticas sobre a saúde feito por especialistas de 27 instituições internacionais em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS), e divulgado na revista médica “The Lancet”. De acordo com o estudo, são consideradas populações vulneráveis os idosos, principalmente em áreas urbanas; os profissionais que trabalham expostos na agricultura, na área de construção e trabalhadores manuais. Também apresentam maior vulnerabilidade às variações climáticas pessoas que tem condições médicas pré-existentes, como doenças neurológicas, cardiovasculares, pulmonares renais e diabetes.

Por Débora Brito | 28/11/18 - 22:11 | [Leia Mais] |

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País Estagnado: Um Retrato das Desigualdades Brasileiras 2018

A roda da redução das desigualdades no Brasil parou de girar. A distribuição de renda estagnou, a pobreza voltou com força e a equiparação de renda entre homens e mulheres, e negros e brancos, que vinha acontecendo ainda que timidamente, recuou. São retrocessos inaceitáveis para um país cuja maioria é justamente de pobres, negros e mulheres. E essas desigualdades de renda, raça e gênero são reforçadas – e retroalimentadas – por nosso injusto sistema tributário, que cobra mais justamente de quem menos tem. Isso não pode continuar. No ano que a Constituição brasileira de 1988 completa 30 anos, vemos o enfrentamento às desigualdades perder força justamente num momento que exige do país maior atenção e compromisso com a população mais vulnerável.

Por Oxfam Brasil | 27/11/18 - 15:11 | [Leia Mais] |

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Perfil do desempregado no Brasil é apresentado em estudo do Ipea

As populações de jovens com idade entre 18 e 29 anos e de mulheres negras são as mais afetadas pelo desemprego, de acordo com o Boletim Mercado de Trabalho nº 65, divulgado recentemente pelo Ipea, que utilizou dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) entre o primeiro trimestre de 2012 e o segundo trimestre de 2018. O pesquisador do Ipea Carlos Henrique Corseuil destaca que o mercado de trabalho tem apresentado recuperação, mesmo que de forma lenta. “Estamos em um período de transição, é necessário esperar”, afirma Corseuil, que também analisa a evolução do emprego formal e informal no Brasil.

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 16/11/18 - 14:11 | [Leia Mais] |