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Pesquisa do IBGE mostra que 38,2% dos municípios brasileiros têm política de saneamento básico - Marcello Casal Jr / Arquivo Agência Brasil

Seminário debaterá saúde e saneamento na Agenda 2030

Saúde e saneamento estão intimamente ligados. Sociedades saudáveis passam por ambientes saudáveis. Estima-se que a cada R$1 gasto em saneamento, R$4 sejam economizados em saúde. Os dois temas estão presentes nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) 3 e 6 e serão foco de um evento na Fiocruz no início do próximo ano. Uma reunião para discutir a organização do Seminário Nacional de Saneamento, Saúde e Direitos Humanos na Agenda 2030 foi realizada no Salão Internacional da Escola Nacional de Saúde Pública Sérgio Arouca (Ensp/Fiocruz), na última terça-feira (20/8), com a presença de representantes de diversas instituições nacionais e internacionais e órgãos do governo. O evento representa uma soma de forças institucionais para responder a uma grave ameaça à saúde pública. Na reunião, foram apresentados dados sobre a Agenda 2030, a situação de água e saneamento na América Latina e a atuação das instituições presentes sobre o tema.

Por Julia Dias | 29/08/19 - 16:08 | [Leia Mais] |

Pesquisa revela dados sobre o consumo de drogas no Brasil

Entre maio e outubro de 2015, pesquisadores entrevistaram cerca de 17 mil pessoas com idades entre 12 e 65 anos, em todo o Brasil, com o objetivo de estimar e avaliar os parâmetros epidemiológicos do uso de drogas. O 3° Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira foi coordenado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e contou com a parceria de várias outras instituições, como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Instituto Nacional de Câncer (Inca) e a Universidade de Princeton, nos EUA.
A divulgação da pesquisa científica destinada à realização do 3° Levantamento Nacional sobre o Uso de Drogas pela População Brasileira é o primeiro resultado de entendimentos iniciais entre a Secretaria Nacional de Políticas sobre Drogas (Senad) do Ministério da Justiça e Segurança Pública e a Fiocruz, no âmbito da Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Pública Federal, órgão da Advocacia-Geral da União.

Por Fundação Oswaldo Cruz | 15/08/19 - 15:08 | [Leia Mais] |

Aumento da ocorrência do excesso de peso infantil tem atingido mais famílias de baixo poder aquisitivo

Estudo indica que adolescentes pobres estão obesos e desnutridos

Mesmo obesos, adolescentes brasileiros ainda possuem traços de desnutrição, conforme mostra um estudo publicado na edição mais recente da revista PLOS One, uma das mais renomadas na área de saúde do mundo. Os pesquisadores encontraram a presença das duas condições especialmente nos estudantes de escola pública, que ainda apresentaram um aumento dos índices de excesso de peso nos últimos anos. A investigação, realizada por pesquisadores da Escola de Nutrição da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs/Fiocruz Bahia), é a primeira no Brasil que observa fatores socioeconômicos associados a desnutrição e obesidade. “Poucos são os estudos que trazem estes desfechos nutricionais apresentados de forma simultânea”, enfatizou a pesquisadora Júlia Uzêda.

Por Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para Saúde (Cidacs) | 31/07/19 - 15:07 | [Leia Mais] |

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Estudo avalia avanços e desafios do país no combate à fome

Por meio do estudo ODS 2 – Fome Zero e Agricultura Sustentável, o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) apresenta um relatório sobre a situação brasileira em relação ao cumprimento do segundo de 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030, assinada em 2015 por 193 países membros da Organização das Nações Unidas (ONU). A pesquisa aponta que, em uma década, o Brasil avançou no combate à fome e na construção de sistemas públicos que garantem o acesso a alimentos e incentivam a agricultura sustentável.
O estudo mostra que a situação de insegurança alimentar moderada ou grave caiu de 59,7% em 2004 para 27,4% em 2013. A modalidade mais grave de insegurança alimentar – constatada com a redução quantitativa de alimentos entre crianças e quando alguém fica o dia inteiro sem comer por falta de dinheiro – baixou de 6,9% para 3,2% no período, e o país saiu do mapa da fome. O levantamento utiliza a Escala Brasileira de Insegurança Alimentar (Ebia), também usada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 15/07/19 - 16:07 | [Leia Mais] |

Consultora defende que a cooperação internacional em saúde pode levar à maior inovação, necessária para solucionar os grandes desafios globais (foto: Peter Ilicciev)

Consultora fala sobre desigualdade na tecnologia da saúde como grande desafio contemporâneo

A Fiocruz recebeu (27 e 28 de junho) a visita da consultora sênior da Comissão Europeia em políticas de saúde, sociais e de migração, Lieve Fransen. A consultora se reuniu com representantes da Fiocruz para debater a realização da próxima Conferência Global sobre Tecnologia e Inovação Sustentáveis (G-STIC), que acontece no final do ano, em Bruxelas e da qual a Fiocruz é co-anfitriã. Ela aproveitou a ocasião para conhecer as instalações do campus de Manguinhos (RJ) e discutir possíveis colaborações internacionais da Fundação. Fransen começou sua carreira como médica, trabalhando em países africanos, como Moçambique, Cabo Verde e Ruanda, e se especializou em medicina tropical. Posteriormente, trabalhou com políticas públicas para saúde em organismos internacionais, como ONGs e agências da ONU, e participou da criação de estudos, programas e fundos para a área da saúde, como o Fundo Global para Aids, Malária e Tuberculose. Atualmente, ela atua como consultora o G-STIC e para diversas organizações e empresas em áreas como saúde, educação e direitos das crianças.

Entrevista com Lieve Fransen | 04/07/19 - 14:07 | [Leia Mais] |

‘Cadernos de Saúde Pública’ lança dois suplementos em junho

Neste mês de junho, o Cadernos de Saúde Pública lançou dois suplementos. O primeiro apresenta um panorama da saúde das professoras e dos professores da Educação Básica no Brasil; e o segundo reúne um conjunto de análises sobre o processo de regionalização do Sistema Único de Saúde. No fascículo n° 1 a pesquisadora Ada Ávila Assunção, da Universidade Federal de Minas Gerais, assina o editorial sobre Saúde dos professores da Educação Básica no Brasil. Ela explica que a qualidade dos serviços educacionais está em relação com as condições que os professores encontram para trabalhar, ainda que a ênfase das avaliações sobre a crise de aprendizagem recaia nas diretrizes curriculares ou na motivação e formação dos professores. No fascículo n° 2, o editorial é assinado pelos pesquisadores Ana Luiza d’Ávila Viana, Luciana Dias de Lima, Hudson Pacifico da Silva e João Henrique Gurtler Scatena. Para eles, a busca pela igualdade não encontra mais ressonância em propostas universais abstratas ou fortemente centradas em identidades comunitárias dentro dos Estados Nacionais.

Por Informe Ensp | 15/06/19 - 17:06 | [Leia Mais] |

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Atlas da Violência: Brasil registra mais de 65 mil homicídios em 2017

O Brasil atingiu, pela primeira vez em sua história, o patamar de 31,6 homicídios por 100 mil habitantes. A taxa, registrada em 2017, corresponde a 65.602 homicídios naquele ano e revela a premência de ações efetivas para reverter o aumento da violência. É o que aponta o Atlas da Violência 2019, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, divulgado nesta quarta-feira, 5. O estudo identifica dois fenômenos no país: enquanto mais estados reduzem a taxa de letalidade violenta, há forte crescimento no Norte e no Nordeste. Em 2017, as taxas de homicídios por 100 mil habitantes foram bastante heterogêneas entre as unidades da Federação, variando de 10,3 em São Paulo a 62,8 no Rio Grande do Norte. Houve diminuição no Sudeste e no Centro-Oeste, estabilidade no Sul e crescimento acentuado no Norte e no Nordeste. O estado com maior crescimento no número de homicídios em 2017 foi o Ceará, que registrou alta de 49,2% e atingiu o recorde histórico de 5.433 mortes violentas intencionais, causados por armas de fogo, droga ilícita e conflitos interpessoais.

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 05/06/19 - 13:06 | [Leia Mais] |