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IHA 2014 aponta tendência de aumento dos homicídios entre adolescentes brasileiros

Os assassinatos de adolescentes seguem crescendo no Brasil, sobretudo, nos Estados do Nordeste, atingindo, majoritariamente, meninos negros. Essas são as principais conclusões do Índice de Homicídios na Adolescência 2014 (IHA), resultado de uma parceria entre o UNICEF, o Ministério dos Direitos Humanos (MDH), o Observatório de Favelas e o Laboratório de Análise da Violência, da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (LAV-Uerj). A pesquisa analisa os homicídios de adolescentes de 12 a 18 anos nos 300 municípios brasileiros com mais de 100 mil habitantes. O IHA é calculado para cada grupo de mil pessoas entre 12 e 18 anos. A partir da análise das informações de 2014, para cada mil adolescentes, 3,65 correm o risco de ser assassinados antes de completar o 19º aniversário. Se as condições que prevaleciam em 2014 não mudarem, entre 2015 e 2021, um total de 43 mil adolescentes poderá ser morto nesses 300 municípios analisados.

Por UNICEF Brasil | 11/10/17 - 13:10 | [Leia Mais] |

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Em Manaus, Seminário Internacional aborda Desenvolvimento, Governança Territorial e Saúde

Entre os dias 2 e 5 de outubro, Manaus sedia o Seminário Internacional Desenvolvimento, Governança Territorial e Saúde, e o Encontro Regional de Determinantes Sociais da Saúde nos estados da Região Norte. O evento que reúne convidados da sociedade civil, governos e especialistas nacionais e internacionais, acontece no Hotel Intercity Manaus, à rua Prof. Márciano Armond, 544 – Adrianópolis. Participam da organização das atividades, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), por meio do Centro de Estudos, Políticas e Informação sobre Determinantes Sociais da Saúde da Escola Nacional de Saúde Pública (Cepi-DSS/Ensp) e do Instituto Leônidas e Maria Deane (ILMD/ Fiocruz Amazônia), o Ministério da Saúde, a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS-BRA), a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) e outros parceiros.

Por Eduardo Gomes | 03/10/17 - 20:10 | [Leia Mais] |

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Maurício Barreto: ‘decisões políticas podem melhorar ou agravar as condições de saúde da população’

O pesquisador do Centro de Integração de Dados e Conhecimentos para a Saúde da Fiocruz Bahia (Cidacs), Maurício Barreto, conversou com o blog do CEE-Fiocruz no segundo dia do seminário Saúde, Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, promovido pela rede Brasil Saúde Amanhã, em 12/9/2017. Maurício destacou a importância de se avaliar como mudanças nas políticas que estiveram em vigor nos últimos anos, nos âmbitos econômico e social, podem afetar as condições de saúde da população. Ele apontou iniciativas como o fortalecimento de políticas de proteção social, os avanços econômicos, com aumento do salário mínimo, e as políticas de saúde, em especial, o foco na atenção básica, como fatores positivos nesse processo. “As condições de saúde se modificam no tempo, para melhor ou para pior”.

Por Centro de Estudos Estratégicos Fiocruz | 27/09/17 - 16:09 | [Leia Mais] |

Estudo associa segregação a hipertensão e diabetes

Uma pesquisa inédita realizada pela Fiocruz e mais cinco centros de pesquisa do país revela que indivíduos que moram em vizinhanças mais segregadas economicamente – locais com maior concentração de responsáveis pelo domicílio com renda menor do que 3 salários mínimos – têm 26% mais chance de apresentarem hipertensão e 50% mais de desenvolverem diabetes, comparados a pessoas que residem em áreas menos segregadas. O estudo foi publicado na edição de agosto da Social Science & Medicine, uma das mais respeitadas revistas científicas do mundo. A população analisada, de 10.617 indivíduos, é participante do Estudo Longitudinal de Saúde do Adulto (Elsa-Brasil), investigação longitudinal composta por funcionários de seis instituições públicas, entre elas a Fiocruz, que tem como objetivo investigar a incidência e os fatores de risco para doenças cardiovasculares e o diabetes tipo 2, incluindo determinantes sociais, ambientais, ocupacionais e biológicos.

Por Matheus Cruz | 21/09/17 - 13:09 | [Leia Mais] |

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Agenda 2030: “Sem o SUS, não há desenvolvimento sustentável”

Nesta entrevista, o economista Carlos Gadelha, coordenador das Ações de Prospecção da Fiocruz, analisa o contexto global e nacional e afirma: “O Sistema Único de Saúde (SUS) e o Complexo Econômico e Industrial da Saúde (CEIS) são as pré-condições – ou as únicas oportunidades – para que o Brasil atinja os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável até 2030. Eles não são problemas para o país. São parte indispensável da solução. Sem o SUS, não há desenvolvimento sustentável”. O pesquisador do Grupo de Inovação em Saúde da Fiocruz participa do primeiro painel de debates, “Desenvolvimento e Sustentabilidade”. A Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável se constitui a partir de um conjunto de princípios aspiracionais, de valores globais que devemos perseguir enquanto humanidade. Ela propõe um modelo de desenvolvimento economicamente dinâmico, socialmente justo e que respeite as condições ambientais.

Entrevista com Carlos Gadelha | 15/09/17 - 15:09 | [Leia Mais] |

Cecilia

Revista Ciência & Saúde Coletiva e ENSP debatem sobre vulnerabilidade

Até o fim de 2017, segundo estudo do Banco Mundial, mais de 3,6 milhões de brasileiros estarão vivendo com menos de R$ 1,00 por dia, juntando no mesmo cesto da pobreza-extrema histórias de vida de homens e mulheres e crianças marcadas pela carência absoluta e unidas pela vulnerabilidade de suas condições de vida. As formas como os conhecimentos da Saúde Coletiva devem promover ações para a mitigação dessa situação exige que se olhe estas mulheres, crianças e homens de frente, com novas concepções sobre as formas de trabalho e formação. Estes foram alguns dos conceitos transmitidos por José Ricardo Ayres, professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM/USP) e convidado do Centro de Estudos Miguel Murat de Vasconcelos (CEENSP), da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), organizado conjuntamente com a revista Ciência & Saúde Coletiva como atividade de divulgação do número temático Política pública e papel institucional do Ministério da Saúde no Brasil (Ciênc. saúde coletiva – vol. 22 nº 5 – maio de 2017).

Por Bruno C. Dias | 05/09/17 - 13:09 | [Leia Mais] | 1 Comentário »

Atlas

Ipea apresenta dados de vulnerabilidade social por cor, sexo e domicílio

De 2011 a 2015, o Brasil manteve tendência de redução da vulnerabilidade social, mas em velocidade inferior à observada no período entre 2000 e 2010. Ao analisar os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), entre 2011 e 2015, a taxa média anual de redução foi de 1,7%, ao passo que entre 2000 e 2010, com dados do Censo Demográfico, essa taxa era de 2,7% ao ano. Esse é um dos destaques do lançamento da nova plataforma do Atlas da Vulnerabilidade Social, ocorrido na sede do Ipea, em Brasília, nesta quarta-feira, 23/08. “É importante ressaltar que continuamos num processo de avanço na redução da desigualdade na dimensão Capital Humano, ligada à educação e à formação da família”, explica Marco Aurélio Costa, técnico de planejamento e pesquisa do Ipea e coordenador do estudo. Foram divulgados dados de 2011 a 2015, com base em informações da Pnad, além da desagregação desses dados por sexo, cor e situação de domicílio para o período e também para 2000 e 2010 – com base no Censo Demográfico (IBGE).

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada | 25/08/17 - 18:08 | [Leia Mais] |