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“É preciso entender a promoção à saúde não só com foco no indivíduo e no que conhecemos como comunicação em saúde, mas como uma forma de olhar para a saúde como um todo”, explicou Buss (foto: Peter Ilicciev)

Palestra na Fiocruz traça histórico da promoção à saúde

Como parte da 1ª Conferência de Promoção da Saúde da Fiocruz, que aconteceu na Tenda da Ciência, na segunda-feira (8/4), o ex-presidente da Fundação e diretor do Centro de Relações Internacionais em Saúde, Paulo Buss, apresentou a palestra magna Promoção da Saúde, atenção básica e interface com a Agenda do Desenvolvimento 2030 e seus ODS.
Em sua fala, Buss apresentou a promoção à saúde como uma das principais estratégias a atenção primária em saúde, Buss destacou quatro marcos internacionais da trajetória desta abordagem: a Conferência de Alma-Ata, em 1978, a Carta de Ottawa, em 1986, a Conferência de Astana, em 2018 e a Agenda dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, estabelecida pela ONU em 2015.
“É preciso entender a promoção à saúde não só com foco no indivíduo e no que conhecemos como comunicação em saúde, mas como uma forma de olhar para a saúde como um todo”, explicou.

Por Julia Dias | 11/04/19 - 08:04 | [Leia Mais] |

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Igualdade de gênero é uma das metas para um mundo mais sustentável até 2030

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas é um dos 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que formam um conjunto de metas a serem cumpridas até 2030 pelos 193 países das Nações Unidas (ONU). Apesar de ser um objetivo específico na agenda mundial, a igualdade de gênero é um tema transversal que não se restringe às mulheres.
O Objetivo 5, sobre igualdade de gênero, tem 14 indicadores, mas existem outros 40 com dados desagregados por sexo nos outros ODS, mostrando que um mundo mais sustentável passa, necessariamente, pelas questões de gênero. No Brasil, é o IBGE que articula a construção desses indicadores e consolida todos eles na Plataforma ODS Brasil, onde estão disponíveis os estágios das metas no país. A coordenadora de População e Indicadores Sociais do IBGE, Barbara Cobo, é a responsável pelo ODS 5 no instituto e diz que os dados ajudam a desmistificar o assunto.

Por Pedro Renaux | 03/04/19 - 14:04 | [Leia Mais] |

Armas

Em 20 anos, armas de fogo mataram 145 mil jovens no Brasil, aponta SBP

No Brasil, a cada 60 minutos uma criança ou adolescente morre em decorrência de ferimentos por arma de fogo. Nas últimas duas décadas, mais de 145 mil jovens, com idades entre zero e 19 anos, faleceram em consequência de disparos, acidentais ou intencionais, como em casos de homicídio ou suicídio. Os números fazem parte de um levantamento elaborado pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) com o objetivo de ajudar a entender esse problema que atinge proporções endêmicas e com implicações nos indicadores de saúde pública. Segundo o levantamento da entidade, que considerou os dados do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, em 2016 (ano mais recente disponível), foram registrados 9.517 óbitos. O número é praticamente o dobro do identificado há 20 anos (4.846 casos, em 1997), representando em números absolutos o pico dessa série histórica.

Por Sociedade Brasileira de Pediatria | 21/03/19 - 14:03 | [Leia Mais] |

Abertas inscrições para premiação nacional e internacional de tecnologias sociais

O Prêmio Fundação Banco do Brasil de Tecnologia Social, considerado um dos principais do terceiro setor no País, chegou a sua décima edição.  As inscrições da premiação estarão abertas até o dia […]

Por FAO no Brasil | 14/03/19 - 16:03 | [Leia Mais] | 1 Comentário »

Pesquisa do IBGE mostra que 38,2% dos municípios brasileiros têm política de saneamento básico - Marcello Casal Jr / Arquivo Agência Brasil

Pesquisa acompanha oferta e qualidade de serviços de saneamento básico no país

A quarta edição da Pesquisa Nacional de Saneamento Básico (PNSB), realizada pelo IBGE, está em campo durante os meses de janeiro, fevereiro e março nos 5.570 municípios do país. Com divulgação prevista para setembro deste ano, ela vai apresentar dados sobre a coleta, o tratamento e a distribuição de água, assim como o esgotamento sanitário, informações fundamentais para se medir a estrutura, a oferta e a qualidade desses serviços. Diferentemente da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), que foi a campo ano passado, da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua) e do Censo Demográfico, por exemplo, a PNSB não vai aos domicílios brasileiros, mas aos responsáveis pelos serviços de saneamento básico. Em regra, a prestação cabe aos municípios, que podem delegar o encargo a concessionárias, como a Cedae, no Rio de Janeiro, e a Sabesp, em São Paulo. O foco, portanto, é na oferta existente desses serviços.

Por Rodrigo Paradella | 14/03/19 - 16:03 | [Leia Mais] |

Sem título

“Precisamos olhar a interface gênero, classe e raça para apurar as políticas públicas”

Doutor em Sociologia (Unesp), integrante do GT Racismo e Saúde da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), líder dos grupos de pesquisa “Saúde da População Negra e Indígena” (Instituto de Saúde) e “Educação, Territórios Negros e Saúde” (UFSCar), Luís Eduardo Batista é o entrevistado do mês de fevereiro do Observatório de Análise Política em Saúde (OAPS). O pesquisador coordenou a área técnica Saúde da População Negra da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo durante oito anos e desenvolve estudos sobre temas como impactos do racismo na saúde e desigualdades raciais e saúde. Em conversa com nossa equipe, Luís Eduardo fala sobre a implementação da Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, avanços e fragilidades da inclusão do debate sobre racismo e saúde nos eixos ensino-pesquisa-extensão, o acirramento dos ataques às políticas afirmativas e as perspectivas de defesa das políticas voltadas para redução de iniquidades.

Por Inês Costal e Patrícia Conceição | 25/02/19 - 13:02 | [Leia Mais] |

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Atualização em Monitoramento e Avaliação do Sistema de Saúde: inscrições abertas

O Icict está oferecendo, para profissionais de nível superior do Ministério da Saúde e das Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde que atuam nas áreas de planejamento, monitoramento e avaliação do SUS, o curso de atualização em Monitoramento e Avaliação do Sistema de Saúde (segundo a Metodologia do PROADESS – Projeto de Avaliação do Desempenho do Sistema de Saúde). O curso dispõe de 20 vagas e tem por objetivo “familiarizar os gestores com o modelo conceitual de avaliação do sistema de saúde utilizado no PROADESS e incentivar a capacitação do planejamento e gestão dos serviços de saúde considerando os princípios de universalização, equidade, integralidade, descentralização e participação popular do SUS”. Além disso, o curso quer aprimorar as ferramentas do PROADESS para subsidiar a gestão, a partir da troca de experiências dos gestores.

Por Graça Portela | 20/02/19 - 15:02 | [Leia Mais] |