Opiniões

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Vários estudos têm sugerido que o baixo peso ao nascer e a prematuridade podem estar associados a doenças cardiovasculares e diabetes. Epidemiologia do curso de vida considera eventos perinatais e os determinantes sociais delimitando hierarquicamente seus componentes e suas possíveis interações superando o ponto de vista limitado apenas às doenças crônicas.

Por Mario Vianna Vettore e Gabriela Lamarca | 01/11/12 – 11:11 | [Leia Mais] |

Capacidade de compreender a natureza complexa das desigualdades sociais de um país e impactos que têm sobre a saúde dos cidadãos pode representar o diferencial entre ter uma vida curta ou longa. Em todos os países da União Europeia e no Brasil, há uma correlação sistemática entre o nível de saúde e a condição socioeconômica. Projeto sugere construção do capital social com estímulo para normas e valores positivos para a saúde.

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore | 04/10/12 – 11:10 | [Leia Mais] |

Conceito pode ser entendido como conjunto de normas e redes da estrutura social que habilitam seus participantes a buscar objetivos comuns. Quanto mais inequitativa é uma sociedade, maior é o desgaste do Capital Social, o que explicaria sua pior situação de saúde quando comparada às sociedades com relações de solidariedade mais desenvolvidas. Países com maior desigualdade de renda e baixos níveis de coesão social investem menos em capital humano.

Advocacy refere-se atividade política de um indivíduo ou um grupo que normalmente visa influenciar políticas públicas. As informações científicas são fundamentais para a formulação de argumentos por aqueles que atuam na advocacy. Entretanto, publicar informações incorretas, geralmente superestimadas, é um dos recursos usados para se advogar em prol de ações ou políticas em saúde, o que constitui uma “má” advocacy que compromete a credibilidade de quem as utiliza.

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore | 26/03/12 – 13:03 | [Leia Mais] |

Pesquisa Conta Satélite do IBGE, sobre gastos com saúde, reforçou a informação sobre o predomínio do gasto privado. Em termos de percentagem as famílias gastaram 29,5% mais do que o governo, ou R$ 835,65 per capita, enquanto o poder público despendeu de R$ 645,27 per capita. Desigualdades no acesso e qualidade dos serviços ou nas fontes e mecanismos de financiamento revelam que o SUS real vem se distanciando do ideal. Brasileiro de baixa renda paga mais imposto ao governo e gasta mais para comprar serviços essenciais.

A OMS está perdendo a liderança frente aos problemas de saúde de relevância global ou a conscientização de que uma governança global mais ampliada liderada pela ONU teria maior capacidade de impactar sobre o problema em tela? O debate vale a pena para fortalecer a OMS e a sinergia das Agendas Globais.

Por Marco Akerman | 24/11/11 – 16:11 | [Leia Mais] |

Um evento dessa magnitude só poderá ser avaliado com precisão dentro de alguns anos considerando o seu impacto nas políticas globais, regionais e nacionais relacionadas com os DSS. O sucesso da Conferência na consecução de seus objetivos dependerá do aproveitamento do momentum político gerado. No Brasil, se faz necessário retomar e atualizar as recomendações do Relatório da Comissão Nacional sobre DSS.

Por Alberto Pellegrini Filho | 21/11/11 – 21:11 | [Leia Mais] |