Destaques

Sem título

Síntese de Indicadores Sociais: indicadores apontam aumento da pobreza entre 2016 e 2017

Por Agência IBGE Notícias

06/12/18 | 15:12

A Síntese de Indicadores Sociais (SIS) analisou o tema pobreza utilizando diferentes medidas que mostram o aumento da pobreza entre 2016 e 2017. Segundo a linha de pobreza proposta pelo Banco Mundial (rendimento de até US$ 5,5 por dia, ou R$ 406 por mês), a proporção de pessoas pobres no Brasil era de 25,7% da população em 2016 e subiu para 26,5%, em 2017. Em números absolutos, esse contingente variou de 52,8 milhões para 54,8 milhões de pessoas, no período. Nessa mesma análise, a proporção de crianças e adolescentes de 0 a 14 anos que viviam rendimentos de até US$ 5,5 por dia passou de 42,9% para 43,4%, no mesmo período. Já o contingente de pessoas com renda inferior a US$ 1,90 por dia (R$ 140 por mês), que estariam na extrema pobreza de acordo com a linha proposta pelo Banco Mundial, representava 6,6% da população do país em 2016, contra 7,4% em 2017.

[Leia Mais] |

jaime

Jaime Breilh: “Os determinantes sociais produzem conhecimento sobre relações que expõem a profunda desigualdade que existe na saúde”

Por Daniel Salman

04/12/18 | 11:12

Em visita ao Brasil, o renomado médico e pesquisador equatoriano participou do Seminário de Celebração dos 30 anos do SUS.
O tema da mesa redonda foi: “Emergências de saúde, indicadores de saúde e doenças reemergentes: os determinantes sociais da saúde 30 anos depois”. Da mesma também participaram Eduardo Hage, especialista em Vigilância em Saúde do Instituto Sul-Americano de Governo em Saúde (ISAGS), Rivaldo Venâncio, coordenador dos Laboratórios de Vigilância e Referência em Saúde da Fiocruz e a mediação de Alexandre Pessoa, da EPSJV / Fiocruz. Depois de dar sua palestra e abordar todas as preocupações do público, Jaime reservou tempo para responder a algumas das perguntas da Saúde ao Sul.

[Leia Mais] |

Sem título

País Estagnado: Um Retrato das Desigualdades Brasileiras 2018

Por Oxfam Brasil

27/11/18 | 15:11

A roda da redução das desigualdades no Brasil parou de girar. A distribuição de renda estagnou, a pobreza voltou com força e a equiparação de renda entre homens e mulheres, e negros e brancos, que vinha acontecendo ainda que timidamente, recuou. São retrocessos inaceitáveis para um país cuja maioria é justamente de pobres, negros e mulheres. E essas desigualdades de renda, raça e gênero são reforçadas – e retroalimentadas – por nosso injusto sistema tributário, que cobra mais justamente de quem menos tem. Isso não pode continuar. No ano que a Constituição brasileira de 1988 completa 30 anos, vemos o enfrentamento às desigualdades perder força justamente num momento que exige do país maior atenção e compromisso com a população mais vulnerável.

[Leia Mais] |

Comentários Recentes