Destaques

Violência e saúde: jovens são os mais atingidos pela falta de segurança

Por Edigley Duarte da Costa e Mariane Souza de Freitas*

19/02/19 | 16:02

O Seminário Internacional Contribuições da abordagem da Saúde Pública para a preservação da violência: diálogos entre Brasil e Reino Unido reuniu pesquisadores das áreas da Saúde e Segurança para discutir estratégias de prevenção da violência com base em conceitos globais, políticas públicas e setoriais. Promovido pelo Centro Latino-Americano de Estudos da Violência e Saúde Jorge Careli, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Claves/ENSP/Fiocruz), em parceria com o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), o evento contou com a participação da pesquisadora do Claves, Kathie Njaine, do professor da Universidade de Abertay, William Graham, e do professor da Universidade de Dundee, Fernando Fernandes. A pesquisadora do IOC, Fátima Cecchetto, atentou para dados que comprovam serem os jovens os maiores atingidos pela falta de segurança. Segundo ela, a noção da prevenção da violência tem, entre seus pilares, uma ideia disseminada no senso comum a respeito da juventude pobre como um segmento mais vulnerável, principalmente na questão dos riscos com o envolvimento com o crime.

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Fiocruz apresenta estudos sobre os impactos imediatos do desastre em Brumadinhos

Por Ricardo Valverde

08/02/19 | 14:02

A Fiocruz divulgou, na terça-feira (5/2), um estudo que alerta para os impactos, causados à população, do desastre da mineradora Vale do Rio Doce em Brumadinho (MG). O estudo foi divulgado em um debate que contou com a presença dos pesquisadores responsáveis pelo trabalho. Entre os riscos estão a possibilidade de surtos de enfermidades, mudanças no bioma e agravamento de problemas crônicos de saúde, como hipertensão, diabetes e doenças mentais. A diretora da Fiocruz Minas, Zélia Profeta, enviou uma mensagem de áudio aos participantes do evento em que disse que “é fundamental fortalecer o Sistema Único de Saúde (SUS) para enfrentar essas situações”. Para o pesquisador do Observatório Nacional de Clima e Saúde do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde (Icict/Fiocruz), Diego Xavier, desastres como o de Brumadinho podem ter efeitos que se estenderão por centenas de quilômetros do lugar de origem.

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Como e Por que as Desigualdades Fazem Mal à Saúde

Por Erika Farias*

01/02/19 | 14:02

Aliando praticidade a novos formatos literários, a Editora Fiocruz lançou seu segundo e-book interativo: Como e Por Que as Desigualdades Sociais Fazem Mal à Saúde. O livro de autoria de Rita Barradas Barata, que teve sua primeira edição impressa em 2009, apresenta breves considerações teóricas sobre a temática das desigualdades sociais em saúde, apontando correntes e tendências existentes na pesquisa epidemiológica sobre o assunto. A nova versão interativa, com edição de conteúdo de Maria Fernanda Marques Fernandes, Phelipe Gasiglia e Vanessa Freitas, diferentemente da mera transformação de impresso para digital, aproveita as possibilidades do meio virtual e se utiliza de vídeos, áudios, galerias de fotos, infográficos e outros recursos que ora complementam, ora substituem partes do texto original, criando um novo formato de interação com o livro. “O objetivo foi criar um produto realmente diferenciado e atraente, para que mais pessoas pudessem se sentir interessadas pela leitura”, explica o diretor-executivo da Editora Fiocruz, João Canossa.

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