Destaques

crack

O crack sob uma perspectiva de saúde pública

Por CEE Fiocruz

27/07/16 | 16:07

Com o prêmio de Melhor Curta Metragem pelo Júri Popular do REcine 2015 – Festival Internacional de Cinema de Arquivo (18/12), o documentário defende a tese de que em uma sociedade de dependentes, como a que vivemos, questões como a redução de danos, internação compulsória e regulação das drogas precisam passar por uma grande revisão social e institucional. A proposta partiu de Felipe Crepker Vieira, em parceria com Rubens Passaro.
“O filme se propõe a uma tarefa complicada desde o início: rever o senso comum, apresentar alternativas e apontar inconsistências ao que se pensa sobre o consumo do crack”, explica Felipe. “A coragem e a naturalidade das personagens ao falarem sobre o assunto trouxeram grande potência ao documentário”, observa Rubem César. Crack, repensar segue sendo exibido em festivais nacionais e internacionais como Entre Todos, Tlanchana Fest (México), 3º Festival Internacional Cine por los Derechos Humanos (Bogotá/Colômbia), World Festival of Emerging Cinema (Trinidad e Tobago), Festival Path de documentários (São Paulo/SP) e diversos outros.

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Revista ‘Radis’ de julho traz debate sobre a cultura do estupro

Por Vilma Reis - Abrasco

20/07/16 | 14:07

A revista Radis de julho traz, em sua reportagem de capa, um tema urgente: a necessidade de se debater e combater a cultura do estupro em nossa sociedade. O assunto veio à tona com a notícia do estupro coletivo de uma jovem no Rio de Janeiro em maio. Além da reportagem, que aborda a forma como o sistema de saúde recebe e cuida das vítimas de estupro, a revista traz uma entrevista com a antropóloga Lia Zanotta Machado, da Universidade de Brasília (UNB), mostrando que a desigualdade entre os gêneros e a ideia secular de que o homem é dono da mulher estão na origem de uma cultura que banaliza o estupro. Impulsionada pela barbárie dos estupros coletivos denunciados e noticiados no mês de maio, uma vigorosa reação das mulheres, notadamente jovens feministas, coloca o dedo na chaga do machismo e das leis — as atuais, que desprotegem as mulheres, e aquelas em tramitação, ainda mais retrógradas. É grave a percepção de que há, na sociedade, uma cultura do estupro, que, implicitamente, acoberta a violência contra mulheres e culpabiliza as vítimas, diz o texto.

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Combate à TB: vídeos de encontro já estão disponíveis no Youtube

Por Informe Ensp

13/07/16 | 18:07

Realizado na ENSP no âmbito das comemorações pelo Dia Mundial de Combate à Tuberculose, o debate reuniu especialistas da área e tratou das diversas dimensões da cidadania. Além do sociólogo e diretor do Ibase, Cândido Grzybowski, o evento contou a presença da superintendente do Canal Saúde, Márcia Correa e Castro; de Wagner Oliveira, do Selo Fiocruz; da produtora e roteirista do documentário ‘Diários de Tuberculose – epidemia oculta’, Ieda Rozenfeld; além do coordenador do Observatório Tuberculose Brasil da ENSP, Carlos Basília; e da figurinista e roteirista Bia Salgado.
O sociólogo Cândido Grzybowski proferiu a palestra Cidadania e Saúde, realizada na ENSP em alusão ao Dia Mundial de Combate à Tuberculose. Cândido, que falou sobre as várias dimensões da cidadania, ressaltou a importância de se perceber e reconhecer, em sociedade, como um indivíduo titular de direitos.

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