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Líderes globais concordam em promover saúde para alcançar Objetivos do Desenvolvimento Sustentável

Por OPAS/OMS Brasil

02/12/16 | 14:12

Líderes governamentais e organizações das Nações Unidas, governantes de cidades e especialistas em saúde de todo o mundo fizeram dois compromissos marcantes para promover a saúde pública e erradicar a pobreza. A 9ª Conferência global sobre promoção de saúde, coorganizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Comissão Nacional de Saúde e Planejamento Familiar da República Popular da China em Xangai entre 21 e 24 de novembro, acordou: a Declaração de Xangai sobre Promoção da Saúde, que se compromete a fazer escolhas políticas audaciosas para saúde, enfatizando as ligações entre saúde, bem-estar e a Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas e seus Objetivos do Desenvolvimento Sustentável;
o Consenso dos Prefeitos de Cidades Saudáveis de Xangai, que contém um compromisso de mais de 100 prefeitos para avançar em relação à saúde por meio de uma melhor gestão dos ambientes urbanos.

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Desigualdades em saúde no Brasil é tema de edição do International Journal of Equity in Health

Por Observatório de Análise Política em Saúde

22/11/16 | 17:11

O International Journal of Equity in Health publicou nesse mês de novembro uma coletânea de artigos que faz um panorama das desigualdades em saúde no Brasil com dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) 2013. A edição contém 14 artigos e três comentários com acesso aberto que abordam temas relacionados ao acesso e utilização de serviços de saúde, doenças crônicas, saúde materna, saúde mental e violência. Segundo a publicação, foram utilizados dados de mais de 60 mil pessoas e selecionados trabalhos que tocam temas-chave das desigualdades no Brasil e exploram as diferentes maneiras pelas quais as condições sociais refletem diferentes aspectos das desigualdades na saúde. A edição contém artigos sobre temas como desigualdades no acesso ao tratamento de depressão; na expectativa de vida por regiões geográficas do país; no desempenho do teste de Papanicolau e mamografia de rastreamento, entre outros

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Do impacto social às metodologias da biologia de sistemas, pesquisadores apresentaram diferentes estratégias para o enfrentamento do vírus zika (foto: Gutemberg Brito, IOC/Fiocruz)

Evento destaca diferentes abordagens para combate ao zika

Por Lucas Rocha e Maíra Menezes - IOC/Fiocruz

11/11/16 | 16:11

O aumento de casos de crianças nascidas com microcefalia no último ano tem afetado a vida de famílias e provocado mudanças no atendimento realizado por serviços de saúde no Brasil, com destaque para a região Nordeste do país, que apresenta os maiores índices de microcefalia relacionada ao zika. O pesquisador da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (Ensp/Fiocruz), Gustavo Matta, apresentou uma parceria entre a Fiocruz e instituições de pesquisa brasileiras e estrangeiras, que resultou no desenvolvimento de uma rede de investigação que busca analisar a epidemia de zika a partir da perspectiva social da doença. Criada em março de 2016, a rede ‘Ciências Sociais e Humanidades frente à epidemia de zika’ conta com cerca de 30 pesquisadores de diversas Unidades da Fiocruz, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), da Universidade de Oxford, na Inglaterra, e de outras instituições.

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