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Metrópoles brasileiras: síntese da transformação na ordem urbana

Por Observatório das Metrópoles

20/04/18 | 14:04

O INCT Observatório das Metrópoles divulga o livro “Metrópoles brasileiras: síntese da transformação na ordem urbana”, lançado no dia 10 de abril em evento no Rio de Janeiro. A publicação é a última etapa do maior desafio da proposto pela rede de pesquisa: produzir uma análise comparada sobre as transformações urbanas das principais metrópoles do Brasil nos últimos 30 anos. Organizado por Luiz Cesar de Queiroz Ribeiro e Marcelo Gomes Ribeiro, o livro oferece uma contribuição relevante para a área do Planejamento urbano e Regional ao buscar sintetizar as dinâmicas locais-nacionais de convergência e divergência da ordem urbana das principais metrópoles brasileiras. “Metrópoles brasileiras: síntese da transformação na ordem urbana” é uma esforço interpretativo, fruto de uma pesquisa comparada com metodologia comum.

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IBGE: ricos receberam 36 vezes acima do que ganharam os pobres em 2017

Por Nielmar de Oliveira

11/04/18 | 14:04

Em 2017, os ricos do país ganharam 36,1 vezes mais do que metade dos mais pobres. Este grupo 1% mais rico da população brasileira, em 2017, teve rendimento médio mensal de R$ 27.213. O valor representa, em média, 36,1 vezes mais do que metade do que receberam os mais pobres – cujo renda mensal foi de R$ 754 naquele ano. Em 2016, o grupo mais rico ganhava 36,3 vezes mais do que a média do rendimento de metade dos mais pobres. Os dados fazem parte da pesquisa Rendimento de todas as fontes 2017, divulgada hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). A publicação revela que a massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita, em 2017, foi de R$ 263,1 bilhões.

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tuberculose

Tuberculose atinge 10% dos presidiários do Rio de Janeiro

Por Informe Ensp

09/04/18 | 15:04

Cerca de 10% das pessoas privadas de liberdade (PPL) têm tuberculose ativa, frequentemente em estágio avançado, nas prisões do Estado do Rio de Janeiro. É o que mostram os resultados preliminares da pesquisa realizada pelo Grupo “Saúde nas Prisões”, da ENSP/Fiocruz, em colaboração com o Sanatório Penal da Secretaria de Administração Penitenciária do RJ (SEAP). “Apesar do empenho do Programa de Controle da TB da SEAP, que detectou em 2017 mais de 1.300 casos de TB (taxa de incidência: 2.589/100.000, cerca de 35 vezes superior à taxa de incidência na população do estado de RJ), problemas de coordenação entre as várias estruturas do sistema de saúde prisional impedem a otimização dos limitados recursos humanos e financeiros disponíveis”, afirmou a coordenadora da pesquisa e do Grupo de Pesquisa em Saúde Prisional da ENSP, Alexandra Sánchez.

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