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Pesquisa do IBGE mostra que 38,2% dos municípios brasileiros têm política de saneamento básico - Marcello Casal Jr / Arquivo Agência Brasil

Munic: mais da metade dos municípios brasileiros não tinha plano de saneamento básico em 2017

Por Agência IBGE Notícias

19/09/18 | 17:09

Em 2017, 41,5% dos 5.570 municípios brasileiros afirmaram possuir Plano Municipal de saneamento básico (traz diagnóstico, objetivos e metas de universalização, entre outros conteúdos).
Já em relação a Política Municipal de Saneamento Básico (traça diretrizes gerais para os serviços), 38,2% dos municípios brasileiros informaram ter e 24,1% declararam estar elaborando. Em 2011, o percentual de municípios com Política Municipal de Saneamento Básico era de 28,2%.
Em 2017, apenas 17,2% dos municípios (958) afirmaram possuir um Conselho Municipal de Saneamento, sendo 816 exclusivos da área e 142 em conjunto com outras políticas. Em 2011, eram 195 municípios. Essas informações são do suplemento de saneamento básico da Munic 2017.

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‘A Declaração de Alma-Ata se revestiu de uma grande relevância em vários contextos’

Entrevista com Luiz Augusto Fachinni por Portal EPSJV/Fiocruz

19/09/18 | 16:09

Em setembro de 1978, a Conferência Internacional sobre Cuidados Primários de Saúde, realizada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em Alma-Ata, na República do Cazaquistão, expressava a “necessidade de ação urgente de todos os governos, de todos os que trabalham nos campos da saúde e do desenvolvimento e da comunidade mundial para promover a saúde de todos os povos do mundo”. A Declaração de Alma Ata – documento síntese desse encontro – afirmava a partir de dez pontos que os cuidados primários de saúde precisavam ser desenvolvidos e aplicados em todo o mundo com urgência, particularmente nos países em desenvolvimento

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10% mais ricos contribuem para mais da metade do índice de desigualdade no país

Por Ipea – Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada

19/09/18 | 16:09

O Brasil tem uma das mais altas desigualdades de renda do mundo. Nesse cenário, conhecer a contribuição de ricos e pobres para as estimativas da disparidade pode ser um passo útil na definição de metas e ações capazes de amenizar o problema. Um trabalho publicado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) mostra que, além de a renda nacional ser concentrada nos estratos mais abastados, os 10% mais ricos respondem por 51,5% da desigualdade total. No estudo, a desigualdade foi medida por um indicador ainda pouco utilizado na literatura socioeconômica, a J-divergência, a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), entre 1981 e 2015.

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