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Covid-19: presidente da Fiocruz fala dos desafios da chegada da pandemia ao Brasil

Entrevista com Nísia Trindade Lima por: Júlia Dias (Agência Fiocruz de Notícias)

27/03/20 | 11:03

Em entrevista à Agência Fiocruz de Notícias (AFN), Nísia Trindade Lima comenta o contexto da pandemia de Covid-19 e os desafios de sua chegada ao Brasil. A presidente da Fiocruz também elenca algumas ações da instituição na resposta à crise sanitária, que vai desde a produção de testes ao atendimento aos infectados. Todos os setores e unidades da Fundação estão mobilizadas para o enfrentamento da epidemia. “A Fiocruz está completando 120 anos em maio e o aniversário vai ser marcado pela resposta à essa pandemia, assim como o início da instituição foi uma resposta sanitária às epidemias no Rio de Janeiro”, destaca Nísia.

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tuberculose

Estudo inédito analisa as causas de óbito no sistema penitenciário do RJ

Por Ensp/Fiocruz

27/03/20 | 11:03

Um estudo inédito, realizado pelo Grupo de Pesquisa em “Saúde nas Prisões” da Escola Nacional de Saúde Pública (Ensp/Fiocruz) Fiocruz, e coordenado por Alexandra Sánchez, por meio de cooperação técnica com o Ministério Público/RJ, analisou as causas de óbito no Sistema Penitenciário do Estado do Rio de Janeiro (2016-2017). Os resultados apontam que as doenças infecciosas foram responsáveis por 30% das mortes na população carcerária, seguidas pelas doenças do aparelho circulatório (22%), causas externas (12%) e as doenças do aparelho respiratório (10%). Dentre as infecciosas, destacam-se HIV/Aids (43%), tuberculose (40,7%) e septicemias (13%).

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Coronavírus, saúde mental e o que levar em conta no isolamento

Por Fernando Freitas*

23/03/20 | 14:03

As reações à crise podem incluir sentimentos de opressão, medo, tristeza, raiva e desamparo, de acordo com os especialistas. Algumas pessoas podem ter dificuldades para dormir ou se concentrar. O medo de entrar em contato com outras pessoas, viajar em transporte público ou entrar em espaços públicos pode aumentar, e algumas pessoas terão sintomas físicos, como aumento da frequência cardíaca ou dor de estômago.
A Organização Mundial da Saúde (OMS), em um recente comunicado, reconheceu que a crise gera um forte estresse, e aconselha que as pessoas procurem evitar ler, ver ou ouvir repetidamente notícias que provoquem sentimentos de ansiedade ou aflição.

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