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Série (3): Os sete anos da Lei Maria da Penha: quais foram as conquistas ao longo deste tempo?

Entrevista com Maria da Penha Maia Fernandes

16/04/14 | 12:04

A busca por políticas públicas de ação e proteção à mulher, diante de quadros de violência graves e inaceitáveis ganhou reforço em 7 de agosto de 2006, com a criação da Lei Maria da Penha, cujo nome é uma alusão à Maria da Penha Maia Fernandes. Ela foi vítima de violência doméstica e ainda hoje é defensora da implementação de políticas públicas rígidas, que apoiem as vítimas e possibilitem sua proteção, encorajando-as a fazerem denúncias às autoridades sobre casos de abuso e violência. Maria da Penha destaca a importância da chegada dos Juizados e das Delegacias da Mulher ao interior do país.

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Série: Qual o impacto da Lei Maria da Penha na redução de homicídios femininos? (2)

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore

07/04/14 | 12:04

No Brasil não existem estimativas nacionais sobre a proporção de mulheres que são assassinadas por parceiros. Sendo assim, o cálculo das taxas de mortalidade diretamente a partir dos dados do sistema, como o SIM, pode ser insuficiente para demonstrar a realidade. Porém, vale refletir que se no Brasil temos 50.000 homicídios por ano e se a relação entre mortalidade masculina e feminina é de 4 para 1, temos um total de 10.000 mortes de mulheres por homicídio. Se realmente metade delas é por violência doméstica (feminicídio), temos um dado bastante interessante sobre a efetiva gravidade do problema.

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mulher.

Série: Violência contra a mulher: um problema de proporções epidêmicas (1)

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore

27/03/14 | 12:03

A partir de hoje o portal DSS Brasil publica uma série sobre violência contra a mulher. Este artigo aborda as proporções deste tipo de agressão. Estimativas globais e regionais de prevalência mostram que este é um problema de saúde pública de proporções epidêmicas que, na maioria dos casos, tem como agressor um parceiro íntimo. Mais jovens são mais propensas a episódios de agressão física e/ou sexual, o que pode estar relacionado à falta de tolerância e maturidade para resolver problemas entre parceiros. Estudos também apontam para a pobreza familiar, o estresse financeiro e a baixa escolaridade dos homens como preditores da violência física contra as mulheres.

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