Destaques

Um panorama da pesquisa em saúde no Brasil

Por Weverthon Machado

29/06/20 | 13:06

Entre 2016 e 2018, pesquisadores vinculados a instituições brasileiras produziram pouco mais de 237 mil publicações catalogadas pela base de dados Scopus. A grande maioria dessas publicações — ou “documentos” — é formada por artigos, mas também são contados livros, capítulos de livros, resenhas e outros tipos de documentos científicos. Isso equivale a 2,6% da produção científica mundial no mesmo período — para comparação, em 2000 nossa participação era de 1,2%. De pesquisas sobre o vírus Zika a tratamentos oncológicos inovadores, as ciências da saúde são parte relevante da produção científica brasileira. Este texto oferece um breve panorama da pesquisa em saúde no Brasil, apontando as especialidades que se destacam em alguns indicadores bibliométricos básicos. É importante, entretanto, ter cautela ao analisar esses resultados: sabe-se, por exemplo, que bases como Scopus e Web of Science têm cobertura limitada de documentos que não estão em inglês, o que pode levar à subestimação tanto do volume quanto da influência da produção brasileira.

[Leia Mais] |

Pandemia dificulta acesso de 28,6 milhões de pessoas ao mercado de trabalho em maio

Por Adriana Saraiva e Alerrandre Barros - Agência IBGE Notícias

17/06/20 | 12:06

Cerca de 17,7 milhões de pessoas não conseguiram procurar emprego na última semana de maio por causa da pandemia de Covid-19 ou por falta de oportunidade na região em que vivem. Nesse mesmo período, outros 10,9 milhões estavam desempregados e buscaram uma ocupação, mas não encontraram. Com isso, o país alcançou a marca de 28,6 milhões de pessoas que queriam um emprego, mas enfrentaram dificuldades para se inserir no mercado de trabalho, seja por falta de vagas ou receio de contrair o novo coronavírus.
Os dados são os primeiros resultados da PNAD COVID19, divulgada hoje (16) pelo IBGE. O levantamento é uma versão da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD Contínua), realizada com apoio do Ministério da Saúde, para identificar os impactos da pandemia no mercado de trabalho e para quantificar as pessoas com sintomas associados à síndrome gripal.

[Leia Mais] |

Regina Flauzino debate epidemiologia e vulnerabilidade racial e social

Por Bruno C. Dias - Abrasco

08/06/20 | 12:06

Ao abordar o cenário da pandemia, Regina Flauzino relacionou como as marcas históricas da escravidão do povo negro mantém sua expressão viva no preconceito e na desigualdade social, provocando mortes nesse momento de emergência sanitária. “São pessoas que vivem em lugares insalubres, que vivem nas favelas e comunidades, sem saneamento básico adequado e, em muitas situações, sem assistência à saúde adequada. Quando vem uma epidemia como essa, com vírus de transmissão respiratória, essas condições as tornam mais vulneráveis a essa doença, consequentemente vão ter mais casos, e se não tiver uma assistência voltada para elas, elas vão morrer mais” ressaltou Regina. A professora da UFF mostrou como a doença atinge os grupos mais vulneráveis da população, desde as comunidades em São Paulo e Rio até as populações ribeirinhas no norte do País, e indicou algumas soluções possíveis para reduzir este impacto.

[Leia Mais] |

Comentários Recentes