Comissão The Lancet

Destaques

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A atenção à saúde voltada para indivíduos de alto risco pode aumentar as desigualdades sociais em saúde?

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore, correspondentes do Portal DSS Brasil na Inglaterra

13/08/14 | 04:08

O debate não é novo, mas como ainda existe certa dualidade quanto à abordagem de prevenção de doenças, especialmente as cardiovasculares, o nosso Observatório não poderia deixar de apresentar os prós e os contras de duas abordagens no cuidado à saúde: a individual, voltada para pacientes de alto risco, e a de base populacional, direcionada para um maior número de indivíduos da população que inclui aqueles de médio e baixo risco. Dentre as críticas que a abordagem individual recebe, os autores citam a baixa efetividade, o alto custo, a medicalização dos indivíduos previamente saudáveis e o pequeno impacto na população, além da não resolução das causas mais profundas do problema e ampliação das desigualdades sociais em saúde.

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Como os médicos ingleses que atuam na clínica médica lidam com a redução das desigualdades sociais em saúde?

Por Gabriela Lamarca e Mario Vettore, correspondentes do Portal DSS Brasil na Inglaterra

13/08/14 | 02:08

A prática da clínica médica deve proporcionar, idealmente, um impacto positivo sobre a redução das desigualdades da saúde. Essa redução deve ocorrer em vários níveis, incluindo cuidados clínicos individuais e o engajamento comunitário. Na Inglaterra, apesar da longa caminhada teórica em prol da redução das iniquidades em saúde, permanece ainda certa “tensão” na prática no que diz respeito ao envolvimento dos médicos generalistas. Isso é particularmente relevante em relação ao tipo de abordagem para lidar com as desigualdades sociais da saúde, tais como a discussão entre a abordagem individual (cuidados em saúde em nível dos indivíduos) versus a abordagem populacional.

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Informação, inovações e gestão na saúde em foco na ENSP

Por Jaqueline Pimentel

08/08/14 | 14:08

O Twitter gera todos os dias 500 milhões de posts, o Facebook opera em cerca de 70 idiomas. A velocidade com a qual a informação é lançada para os indivíduos e a quantidade de conteúdo produzido dentro e fora da rede é algo avassalador. Os processos para a coleta de dados em geral, e sua transformação em informação, bem como o uso correto do conhecimento produzido, foram destaque no dia 6 de agosto, no Centro de Estudos Miguel Murat, no debate Abordagens complementares em gestão e avaliação do conhecimento nas inovações em saúde. O evento teve coordenação da vice-diretora de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da ENSP/Fiocruz, Sheila Mendonça de Souza. Confira aqui a cobertura.

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